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Paulistas chegam cada vez mais tarde à paternidade; média está em 32 anos

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Os paulistas estão chegando mais tarde à paternidade. Dados dos Cartórios de Registro Civil, processados pela Fundação Seade, mostram que, em 2024, os homens tinham, em média, 32,1 anos no nascimento dos filhos, quase dois anos a mais do que em 2004, quando a média era de 30,2 anos.
A Fundação Seade diz que a mudança acompanha uma transformação mais ampla no perfil das famílias paulistas. No mesmo período, a idade média das mães também aumentou, passando de 26,4 para 29,2 anos, fazendo com que a diferença de idade entre pais e mães diminuísse de 3,8 para 3,0 anos ao longo das últimas duas décadas.
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Os registros civis mostram que a paternidade vem ocorrendo em fases mais maduras da vida.

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