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Petrobras (PETR4) avança no semanal após rompimento técnico e mira topo histórico

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As ações da Petrobras (PETR4) iniciaram a semana em forte alta, dando sequência ao movimento comprador observado na semana anterior. Com isso, apenas em janeiro, o papel já acumula valorização de 8,47%, movimento que reforça a leitura de continuidade da tendência de alta no médio prazo.
Além disso, a movimentação recente chama atenção não apenas pela intensidade da alta, mas também pela forma como o preço está se deslocando acima de regiões técnicas relevantes, sugerindo manutenção do controle por parte dos compradores. Nesse contexto, esse comportamento mantém PETR4 em evidência entre os papéis de maior liquidez da B3 neste início de ano.
Rompimento de padrão reforça força compradora
No gráfico semanal, PETR4 rompeu um triângulo ascendente, padrão clássico de continuidade alti

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O Ibovespa reforçou de forma contundente sua tendência de alta ao protagonizar um movimento muito forte na última sessão, quando avançou 3,33%, fechando aos 171.816 pontos e marcando nova máxima histórica em 171.969 pontos, rompendo pela primeira vez a região dos 170 mil pontos. O movimento foi acompanhado por forte amplitude, com apenas uma ação do índice encerrando em baixa (TIMS3), enquanto os maiores destaques ficaram para Cogna (+10,96%), Yduqs (+8,91%) e C&A (+7,93%), evidenciando um rali amplo e bem distribuído entre os papéis.
No acumulado de 2026, o Ibovespa já registra alta de 6,64%, dando sequência ao desempenho robusto de 2025, quando avançou 33,95%. Do ponto de vista técnico, o índice segue sustentado por forte fluxo comprador, negociando acima das médias móveis em

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Os contratos de minidólar (WDOG25), com vencimento em fevereiro, encerraram a última sessão (21/01) em forte ajuste, com baixa de 1,09%, aos 5.333 pontos. O dólar recuou de forma consistente diante do real em um pregão marcado por alívio no cenário externo e forte entrada de capital estrangeiro no Brasil. No exterior, falas mais moderadas de Donald Trump em Davos, ao descartar o uso da força na questão da Groenlândia, reduziram a aversão ao risco recente. A queda nos rendimentos dos Treasuries também ajudou a enfraquecer o dólar frente às moedas emergentes. Esse movimento coincidiu com fluxo intenso para a bolsa brasileira, que impulsionou o Ibovespa a novas máximas históricas.
No mercado doméstico, dados do Banco Central confirmaram entradas robustas pela via financeira, refor

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