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Petrobras: por que petróleo impede o Santander de estar mais otimista com as ações

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A perspectiva pouco animadora para o preço do petróleo faz o Santander adotar cautela em relação às ações da Petrobras (PETR3;PETR4) e ao setor de exploração e produção (E&P) para 2026. Para o banco, a exposição à distribuição de combustíveis por meio da Ultrapar (UGPA3) faz mais sentido no período à frente.
Em relatório assinado por Rodrigo Almeida, Eduardo Muniz e Nicole Alonso, o banco vê as petroleiras, de certa forma, protegidas no curto prazo, dadas as suas estratégias de hedge e a perspectiva de fluxo de caixa livre (FCF), mas expostas à volatilidade do preço do petróleo em 2026. Brava e PetroReconcavo, no entanto, são exceções.
“Brava (BRAV3) apresenta hedges significativos e exposição significativa ao gás natural da PetroReconcavo. Embora a Brava seja a empresa com mel

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Os preços do petróleo ampliaram os ganhos após o fechamento de quarta-feira, subindo mais de US$ 2 por barril, depois de novas sanções dos EUA à Rússia.
Os contratos futuros do petróleo Brent saltaram US$ 2,44, ou 3,98%, para US$ 63,76, após o fechamento, e os contratos futuros do petróleo West Texas Intermediate dos EUA (WTI) subiram US$2,42, ou 4,23%, para US$59,66.
Os futuros do Brent haviam fechado com alta de US$1,27, ou 2,07%, a US$62,59 por barril, enquanto os futuros do petróleo West Texas Intermediate dos EUA subiram US$1,26, ou 2,20%, para US$58,50.
O Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) do Departamento do Tesouro dos EUA impôs novas sanções contra as duas maiores empresas petrolíferas da Rússia, a Rosneft e a Lukoil OAO, segundo comunicado divulgado n

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