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Petróleo em alta, reunião do G7, Focus e mais destaques desta segunda-feira (9)

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A sessão desta segunda-feira (09) começa com as atenções voltadas para disparada do preço do petróleo que chegou a ultrapassar os US$ 110 por barril, após grandes produtores do Oriente Médio, como Kuwait, Irã e Emirados Árabes Unidos reduzirem a produção diante do fechamento do Estreito de Ormuz.
Apesar da forte pressão altista, parte do movimento foi amenizada por notícias de que os ministros das Finanças do G7 devem discutir nesta segunda uma possível liberação coordenada de reservas estratégicas de petróleo, na tentativa de conter a disparada dos preços provocada pela guerra no Golfo.
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Estrategista líder no G

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A Petrobras (PETR3) voltou ao radar dos investidores ao figurar entre os papéis mais “esticados” do Ibovespa, de acordo com a leitura do Índice de Força Relativa (IFR). A medição mais recente coloca o indicador em 78,01 pontos, patamar tradicionalmente associado à região de sobrecompra, sinalizando que, após uma forte trajetória de valorização, o ativo pode se aproximar de um possível ajuste técnico no curto prazo. Em 2026, a ação acumula alta de 40,56%, enquanto, no recorte de 12 meses, o avanço é de 34,78%.
No lado oposto do indicador, a Minerva (BEEF3) aparece entre os ativos mais “descontados” do índice, com IFR em 16,68 pontos, nível característico da região de sobrevenda. Esse quadro pode sugerir uma assimetria interessante para investidores, embora ainda exija cautela em

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Autoridades dos Estados Unidos e de Israel discutiram a possibilidade de uma operação com forças especiais dentro do Irã para garantir o controle de estoques de urânio enriquecido do país, informou o site Axios.
Segundo o veículo, a missão poderia envolver forças americanas, israelenses ou uma operação conjunta entre os dois países. O objetivo seria assegurar o material nuclear iraniano em meio à ofensiva militar iniciada no fim de fevereiro.
Questionado sobre a possibilidade, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em entrevista à ABC que “tudo está sobre a mesa”.
O debate sobre uma operação desse tipo ocorre enquanto cresce a preocupação em Washington com a possibilidade de maior envolvimento militar dos EUA na guerra.
Trump não descartou o envio de tropas terr

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Inicio a leitura dos mercados com um cenário mais cauteloso para os ativos de risco. No Brasil, o Ibovespa (IBOV) ainda preserva a tendência primária de alta no gráfico diário, mas a correção recente após renovar a máxima histórica acendeu um sinal de alerta no curto prazo.
No exterior, o ambiente também perdeu tração: Nasdaq e S&P 500 registram novas semanas de queda e operam abaixo das médias móveis, enquanto o dólar futuro tenta uma recuperação após semanas de baixa. Já o Bitcoin segue em consolidação após forte correção recente, ainda negociando abaixo de níveis técnicos importantes.
Com os principais ativos próximos de regiões técnicas decisivas, os próximos movimentos do mercado tendem a indicar se o cenário atual representa apenas uma correção dentro da tendência princip

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O minidólar (WDOJ26), com vencimento em abril, encerrou a última sessão (06/03) em queda de 0,24%, aos 5.289 pontos, retomando um leve fluxo corretivo após a sequência de altas recentes. O Ibovespa recuou 0,61%, aos 179.364 pontos, ampliando o movimento de cautela e encerrando a pior semana desde novembro de 2022. O desempenho refletiu o ambiente externo adverso, com bolsas em queda após um payroll fraco nos Estados Unidos, que mostrou perda líquida de 92 mil vagas, além da escalada das tensões no Oriente Médio, que aumentou a aversão global ao risco.
Para os traders de mini-índice, o últumo pregão foi marcado por volatilidade e pressão sobre blue chips como VALE3 e bancos, apesar do suporte pontual de Petrobras (PETR3; PETR4) após resultado positivo e alta do petróleo. No rada

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