PF suspeita de crime financeiro em resort Tayayá, ligado à família de Toffoli

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A Polícia Federal apura supostos crimes financeiros em fundos ligados ao resort Tayayá, cujo familiares do ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, foram sócios via empresa Maridt.
Para rastrear os possíveis crimes, a PF pretende realizar análises a partir de quebras de sigilo sobre fundos que têm conexão com o Banco Master e, mesmo que indiretas, com o Tayayá. Também serão solicitados Relatórios de Inteligência Financeira ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sobre eventuais transações atípicas.
O principal fundo investigado é o Arleen, que está entre os utilizados pelo Master nas fraudes descobertas, foi o comprador da participação de familiares de Toffoli no resort.
A ligação do fundo Arleen vai além. Seu cotista é o fundo Leal, que por sua vez
Fontes
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