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Por que aumentar a alocação no Tesouro IPCA+, segundo a Monte Bravo

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O cenário de “cachinhos dourados” que embalou os mercados no fim de 2025 – com inflação global caindo e crescimento resiliente – parece ter ficado no retrovisor. O recente choque na oferta de petróleo, impulsionado pelos conflitos no Oriente Médio, trouxe de volta o fantasma da estagflação: um ambiente de inflação pressionada e baixo (ou nenhum) crescimento econômico. Diante desse cenário, a alocação em títulos do Tesouro IPCA+ com vencimento intermediário ganham protagonismo.
É o que pensa Guilherme Loureiro, CIO da Monte Bravo. Para ele, o juro real oferece assimetria positiva para quem busca proteger e multiplicar seu patrimônio.
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Tesouro IPCA+ em destaque
Diante das incertezas globais e domésticas, a equipe da

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O choque geopolítico global provocado pelo conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã, somado ao fechamento do Estreito de Ormuz, tinha o potencial de engatilhar uma forte disparada da moeda norte-americana. No entanto, o impacto cambial no Brasil surpreendeu pela moderação.
De acordo com José Alfaix, economista da Rio Bravo, três fatores fundamentais — que vão desde a atratividade da Selic até a perda de status do dólar sob a gestão Trump — serviram como um escudo para o real, evitando um prejuízo consideravelmente maior para a economia doméstica.
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Os três vetores que contiveram o câmbio
Enquanto o mercado financeiro internacional reage com tensão a uma crise que envolve o fechamento da rota por onde passa 20% do

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