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Por que os times esportivos estão sendo vendidos por cifras bilionárias

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Há pouco tempo, era possível comprar um time da NBA na segunda maior cidade dos Estados Unidos por apenas US$ 2 bilhões.
Mas esses dias já ficaram para trás.
Bob Iger e Joshua Kushner anunciaram na semana passada a compra do controle do Los Angeles Lakers em um negócio que avaliou a franquia em US$ 12,5 bilhões. Foi um valor recorde para uma equipe da National Basketball Association (NBA), superando os US$ 10 bilhões atribuídos ao Lakers apenas no ano passado, e o mais recente capítulo de uma sequência de vendas de franquias esportivas a preços cada vez mais altos.
Trata-se de uma bolha especulativa ou apenas de uma reprecificação razoável do mercado?
“Como qualquer outra coisa, vale aquilo que alguém está disposto a pagar”, disse por e-mail Mark Cuban, ex-proprietário do Dalla

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Alguns dos bilionários mais influentes da tecnologia acreditam que sua próxima oferta de emprego poderá vir de outro planeta. Elon Musk, Jeff Bezos e Sam Altman já previram um futuro em que seres humanos viverão e trabalharão no espaço. Agora, Dylan Taylor, fundador e CEO da Voyager Technologies, reforça essa visão e afirma que ela pode se tornar realidade muito em breve.
Segundo Taylor, você poderá estar viajando para trabalhar na Lua dentro de uma década.
“Os seres humanos definitivamente vão viver e trabalhar no espaço”, disse o executivo bilionário à Fortune.
“O próximo passo será a Lua. Isso acontecerá na década de 2030, provavelmente no início dos anos 2030”, acrescentou Taylor. “Teremos uma base lunar, pessoas vivendo e trabalhando na Lua. Você poderá olhar para a Lua e

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As reservas estratégicas de petróleo dos Estados Unidos atingiram o menor nível em 40 anos, e especialistas alertam que a continuidade da redução dos estoques pode comprometer a integridade das cavernas subterrâneas onde o petróleo é armazenado.
Na semana passada, a Reserva Estratégica de Petróleo (SPR, na sigla em inglês) caiu abaixo de 300 milhões de barris pela primeira vez desde a década de 1980, período em que os estoques ainda estavam sendo formados, segundo o Departamento de Energia dos EUA. A expectativa é que o volume recue ainda mais, para 243 milhões de barris, à medida que o país libera 172 milhões de barris para lidar com graves interrupções de oferta e com o aumento dos custos de energia decorrente da guerra com o Irã.
Essas reservas ficam armazenadas em 60 cavern

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Horas depois de divulgar um prejuízo trimestral de R$ 10,1 bilhões, na noite de domingo (16) — valor 18 vezes superior ao registrado no mesmo período de 2025 — o Grupo Casas Bahia (BHIA3), uma das marcas mais tradicionais do varejo brasileiro, levou um pedido de recuperação judicial à 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível de São Paulo.
Contudo, nem o prejuízo trimestral bilionário e nem os R$ 17,3 bilhões em passivos que a varejista reportou contam a história toda. Quem seriam os responsáveis pela crise que levou a consultoria EY a escrever em seu parecer que acompanha as demonstrações financeiras, um alerta sobre a “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional” da companhia?
A resposta curta é que não existe um único responsável.

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Quase um em cada cinco brasileiros tem ou já teve criptomoedas, uma população maior do que a de investidores em ações, ouro ou dólar. É o que mostra a 2ª Pesquisa Nacional das Criptomoedas, realizada pelo Datafolha em parceria com a Paradigma e divulgada nesta terça-feira (18).
Segundo o levantamento, 17,2% da população com mais de 16 anos tem ou já teve criptomoedas, o equivalente a 29 milhões de pessoas. O porcentual é 2,3 vezes maior do que o de brasileiros que já tiveram ações na bolsa, de 7,4%.
O levantamento ouviu 2.004 pessoas presencialmente em 137 municípios de todas as regiões, entre 11 e 14 de maio de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%, e o universo considerado é de 168,9 milhões de brasileiros

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