Pré-candidatos da direita à Presidência celebram decisão dos EUA sobre PCC e CV

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A decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas rapidamente migrou da área de segurança pública para o centro da disputa presidencial brasileira.
Horas após o anúncio feito pelo secretário de Estado americano, Marco Rubio, pré-candidatos ao Palácio do Planalto passaram a utilizar a medida para reforçar discursos ligados ao combate ao crime organizado e para marcar diferenças em relação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O movimento foi liderado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que procurou associar a decisão diretamente à viagem que realizou nesta semana a Washington. Em publicação nas redes sociais, o parlamentar afirmou que Rubio atendeu a um pedido f
O governo brasileiro deve reforçar o discurso de soberania e de temor de uma intervenção após a decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras.
Reuniões estão marcadas nesta sexta-feira (29) para discutir a posição oficial do governo e como será a reação à medida americana. Integrantes do governo avaliam se haverá uma manifestação pública do presidente Lula ou do Palácio do Planalto.
Segundo apurou o blog, pesquisas internas realizadas em abril mostraram que os brasileiros reconhecem a segurança pública como uma prioridade absoluta, mas também enxergam decisões americanas sobre temas brasileiros como uma interferência em assuntos internos.
A avaliação dentro do governo é que há espaço para explorar esse sentimento. A aposta é
Fontes
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