PT eleva o tom contra Congresso, enquanto governo mantém pressão sem embate direto

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Presentes aos atos do último domingo contra o projeto de lei da Dosimetria, quadros do PT e integrantes do governo mostraram tons diferentes nos posicionamentos em relação ao Congresso ao discursarem. Lideranças do partido foram duras nos ataques, enquanto ministros, preocupados com o risco de prejudicar o Planalto nas pautas que ainda precisam ser votadas este ano, evitaram o confronto aberto.
Há uma avaliação no governo de que o embate com o Congresso ajuda a turbinar a popularidade da gestão Lula porque os parlamentares são mal avaliados pela população. Além disso, o posicionamento reforça um caráter antissistema que pode render dividendos eleitorais. Há também um entendimento que não há, dados os últimos acontecimentos, como o governo ficar refém dos presidentes da Câmara,
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Com pressa para que o PL da Dosimetria tenha um desfecho ainda em 2025 no Congresso, a oposição estuda maneiras de fazer com que o texto não precise voltar à Câmara, por alterações em seu mérito. Há o temor de que o trâmite em 2026 possa ser ainda mais difícil, diante do embate ideológico acentuado pelo ano eleitoral.
Na segunda-feira, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), informou que deixará para o ano que vem as votações do projeto de lei Antifacção e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança.
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Esp
Fontes
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