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Quanto gastou cada presidenciável na campanha eleitoral antes do 1º turno

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Com a chegada do primeiro turno das eleições, neste domingo (4), os candidatos à Presidência da República gastaram ao todo mais de R$ 159,9 milhões com as campanhas eleitorais. Os dados foram obtidos pelo InfoMoney a partir da prestação de contas parcial feita pelas candidaturas ao Tribunal Superior Eleitoral até a sexta-feira (2).
Candidato à reeleição, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera o ranking de gastos com o saldo de R$ 65,6 investido. O valor é o mesmo declarado ao TSE em 23 de setembro, dez dias antes do pleito.
Em 2022, o petista desprendeu R$ 131,3 milhões durante dois turnos para vencer a disputa eleitoral contra Jair Bolsonaro, O valor já gasto equivale a 49,9% do custo total da eleição passada.
Na sequência, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que s

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As eleições para governador nos cinco maiores colégios eleitorais do país chegam à reta final com situações bastante diferentes.
Os cinco estados também mostram diferentes configurações dos palanques de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Em alguns, a polarização presidencial se reproduz diretamente na corrida estadual. Em outros, alianças locais embaralham essa divisão.
São Paulo
A disputa mais diretamente vinculada à eleição presidencial ocorre em São Paulo. Tarcísio de Freitas tenta a reeleição com o apoio de Flávio Bolsonaro e de Jair Bolsonaro. Fernando Haddad, ex-prefeito da capital e ex-ministro da Fazenda, é o candidato apoiado por Lula.
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A eleição de domingo pode alterar de forma relevante a composição do Senado. Com dois terços das cadeiras em disputa, levantamentos estaduais indicam avanço de candidatos de oposição ao governo Lula, mas os números disponíveis ainda colocam esse campo abaixo dos quóruns necessários para aprovar sozinho mudanças constitucionais ou condenar um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) em processo de impeachment.
Das 54 vagas que serão preenchidas neste ano, 27 têm candidatos de oposição numericamente em posição competitiva, segundo as pesquisas estaduais mais recentes. Outros 23 nomes são classificados como aliados do governo e quatro como independentes, que podem votar com qualquer um dos polos, a depender do tema.
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Na véspera do primeiro turno de 2022, as principais pesquisas colocavam Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente de Jair Bolsonaro (PL), mas divergiam sobre o tamanho da vantagem e sobre a possibilidade de a eleição terminar já naquela rodada.
Os últimos levantamentos foram divulgados no sábado, 1º de outubro, um dia antes da votação. Datafolha, Ipec e Atlas mostravam Lula no limite ou acima dos 50% dos votos válidos. A Quaest, por outro lado, registrava o petista com 49%.
Bolsonaro aparecia entre 36% e 41,1% dos votos válidos. O resultado das urnas acabaria mostrando uma disputa mais apertada: Lula teve 48,43% e Bolsonaro, 43,20%.
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O mapa eleitoral de 2026 ainda se parece muito com o de 2022, a diferença, no entanto, está no tamanho das forças entre os dois principais candidatos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém vantagem no Nordeste, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) concentra seus melhores resultados no Sul, Centro-Oeste e em parte do Sudeste.
As pesquisas estaduais mais recentes de Quaest e Datafolha indicam que Lula aparece numericamente à frente em 11 estados. Flávio lidera em oito e no Distrito Federal, enquanto sete unidades têm empate técnico.
Em 2022, Lula venceu o primeiro turno em 14 estados e Jair Bolsonaro, em 12 e no DF.
A comparação dos percentuais mostra que Lula ainda não recuperou em seus principais redutos as votações alcançadas quatro anos atrás. Flávio, por sua

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