Receita azul e amarela na versão digital: veja o que muda a partir de 30 de setembro

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A partir de 30 de setembro, as receitas azul e amarela digitais passam a fazer parte da rotina de pacientes que usam medicamentos controlados.
A mudança faz parte de uma nova etapa do Sistema Nacional de Controle de Receituários (SNCR), da Anvisa. Isso amplia o uso da prescrição eletrônica para medicamentos sujeitos a regras específicas de controle.
O que muda para quem precisa de receita de medicamento controlado?
A principal mudança é que o paciente não dependerá mais exclusivamente do receituário em papel em alguns casos. A partir de 30 de setembro, poderão ser emitidas eletronicamente as Notificações de Receita A, B e B2, além das destinadas a retinoides de uso sistêmico e à talidomida.
Isso não significa que o paciente seja obrigado a usar a receita digital. O papel contin
Fontes
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