Renan Santos chama Flávio de ‘fraco’, Lula de ‘cachaceiro’ e quer ‘matar quem roubar’

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O candidato a presidente Renan Santos (Missão) criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) durante o lançamento de sua campanha à Presidência, mas rejeitou os rótulos de “antipetista” e de “terceira via”. Na área de segurança pública, prometeu “matar quem roubar”. A pena de morte é proibida no Brasil para crimes comuns e não pode ser alterada nem mesmo por emenda constitucional.
Renan disse que Flávio Bolsonaro é “farsante, fraco e corrompido” e, ao fim do seu discurso o chamou também de “mongoloide”. A Lula, direcionou a alcunha de “cachaceiro senil”. Depois, pediu ao público “perdão pelos insultos proferidos na campanha”.
O presidenciável também criticou o que chamou de “governadores que nunca tiveram postura de líder” e o senador Sérgio Moro
Renan Santos disputará sua primeira eleição na carreira como candidato à Presidência e levará pela primeira vez o partido Missão, criado em 2025, às urnas.
Renan tem 42 anos, é ativista político e empresário. Ele lidera o Movimento Brasil Livre, grupo que ajudou a fundar em 2014 ao lado do deputado federal Kim Kataguiri.
O movimento virou um partido político e tem como origem a organização e a participação de protestos que pediam o impeachment da então presidente Dilma Rousseff, em 2015 e 2016.
O candidato nasceu na cidade de São Paulo e estudou direito na Universidade de São Paulo (USP), sem concluir o curso.
Renan diz que a segurança pública e o combate ao crime organizado são os temas centrais de sua candidatura e de seu projeto para o Brasil.
Renan Santos durante ato de lançamento da c
Fontes
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