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Sem dosimetria e com direita dividida, Centrão cobra nome ao Planalto

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A divisão entre os nomes da direita mais próximos a Jair Bolsonaro e aqueles alinhados ao Centrão dificulta o anúncio do ex-presidente sobre o candidato do grupo em 2026 e impôs mais barreiras ao já conturbado andamento do projeto de redução de penas aos envolvidos em atos antidemocráticos.
Para acelerar a escolha do candidato que enfrentará o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no ano que vem, a cúpula de partidos do Centrão vem cobrando uma “virada de página”. Assim, defendem que o texto da dosimetria, que pode beneficiar Bolsonaro, seja votado rápido.
O entendimento desse grupo é que, enquanto a redução de penas não for votada, bolsonaristas vão usar a bandeira da anistia para adiar indefinidamente um apoio para 2026 e continuar insistindo em Bolsonaro como candidato, mesmo

Protestos recentes no Nepal escalaram para atos violentos, deixando ao menos 70 pessoas mortas; primeiro-ministro renunciou ao cargo. — Foto: Prabin Ranabhat / AFP via Getty Images
O coronel Michael Randrianirina foi empossado como novo presidente de Madagascar na sexta-feira (17/10), dias após um golpe militar no país.
Ele trocou o uniforme de combate por um terno e agradeceu aos jovens que foram às ruas durante semanas de protestos que levaram o presidente Andry Rajoelina a fugir do país e resultaram em seu impeachment.
De Madagascar ao Marrocos, do Paraguai ao Peru, protestos liderados por jovens estão se espalhando pelo mundo, enquanto a Geração Z — pessoas nascidas entre 1995 e 2010 — demonstra sua frustração com governos e exige mudanças.
Mas especialistas alertam que esse mesmo fato

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