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Sem futurologia: projeções longas perdem espaço no mercado com avanço da tecnologia

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No mercado financeiro, a consolidação de teses baseadas no longo prazo tem sido reavaliada devido às rápidas transformações tecnológicas e à volatilidade macroeconômica.
O CIO da Tuesday Capital, Dato Netto, defendeu que a tomada de decisão para a alocação de recursos precisa se concentrar no horizonte que se pode enxergar com maior clareza, em vez de recorrer a projeções extensas que perdem a validade no tempo.
O debate, transmitido no episódio de Stock Pickers desta semana, sob a condução de Lucas Collazo, abordou a necessidade de adaptação do investidor a prazos de maturação mais curtos diante do cenário econômico.
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Apesar de terem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e estejam revolucionando o tratamento da obesidade na medicina privada, as chamadas canetas emagrecedoras continuam fora da lista de medicamentos fornecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Na prática, isso também limita o acesso pela via judicial. Em decisão tomada no final de julho, a 12ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) negou o fornecimento gratuito de semaglutida a uma paciente com obesidade, reforçando que, como regra geral, medicamentos não incorporados ao rol do SUS não podem ser concedidos pela Justiça.
O entendimento foi baseado em parecer do Núcleo de Apoio Técnico do Judiciário (NatJus), segundo o qual ainda não existem evidências suficientes de que a

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Na divulgação dos dados da Fenabrave referentes a julho nesta semana, mais uma vez os carros elétricos e híbridos se destacaram no mercado nacional – e as marcas chinesas em particular. A China emergiu como o centro mais competitivo em termos de custos para a fabricação de automóveis no mundo, o que tem gerados ganhos de mercado significativos nas últimas décadas. Quando se trata de carros elétricos, essa vantagem chinesa no custo de produção da China é ainda maior. Mas quais os motivos disso?
Um relatório recente da Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) destaca que produzir um carro convencional na China chega a ser 30% mais barato do que na Alemanha.
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No Brasil, os chineses

Leapmotor B03X roda já roda em testes e será elétrico com preço de Jeep Renegade
Com motor de 197 cv e baterias de até 53 kWh, deverá custar algo em torno de R$ 150.000, enfrentado BYD Dolphin e GAC Aion UT
A Leapmotor prepara o seu próximo passo e iniciou os testes de do B03X no Brasil. Trata-se do SUV elétrico de entrada da marca chinesa, que foi flagrado rodando em São Paulo, como mostram as fotos publicadas pelo perfil Placa Verde no Instagram.
Ainda bastante camuflado, o modelo chegou a ser confundido com A05, devido à enorme semelhança entre os dois. O A05, na verdade, é o hatch elétrico derivado do A10, que é o nome do Leapmotor B03X na China.
Com o B10 elétrico sendo vendido por R$ 182.990, o B03X tem chances de ser vendido por algo em torno de R$ 150.000, mais barato que um Jeep R

5 opções de SUVs médios japoneses usados a partir de R$ 80 mil
Lista traz versões de Honda CR-V, Toyota RAV4 e Mitsubishi Eclipse Cross cheias de confiabilidade, espaço e robustez
Atualizado
O segmento de SUVs médios é a bola da vez do setor automobilístico no Brasil: diversos fabricantes estão investindo em novos produtos ou em atualizações de modelos atuais para essa categoria. Mas o caso é que as marcas japonesas já comercializam veículos desse gênero por aqui há um bom tempo. Por isso, logicamente, elas têm opções já consolidadas no mercado de usados e seminovos.
O Toyota RAV4 foi o primeiro a desembarcar no país, ainda no longínquo ano de 1999. Pouco depois, em 2000, chegou o Honda CR-V. Sempre importados e com preços elevados em relação ao contexto local, eles nunca foram campeões de

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