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Sem M&As em 2026, Starian reforça tese de verticalização

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Quando a Softplan partiu a operação em duas, em junho de 2025, a Starian nasceu para ser a metade mais ágil: SaaS para o setor privado, base pulverizada, venda rápida, receita recorrente. E, de fato, as coisas andaram rápido para a companhia catarinense até o fim de 2025, com uma rodada de R$ 640 milhões da General Atlantic e dois M&As. Entretanto, em 2026, a companhia deu um tempo nas aquisições para se aprofundar na sua tese principal: a de verticalização dos seus produtos.
Na visão do CSO da Starian, Alex Anton, a companhia está utilizando seu segundo ano de operação para aprimorar suas quatro verticais, que hoje já contam com 14 produtos para os segmentos de construção civil, inteligência jurídica, eficiência e produtividade, e governança e compliance. Esta última é a mais

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