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Sem provas, Flávio acusa Lula de incentivar facções a matá-lo após decisão de Trump

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O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmou na terça-feira (2) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria dado um “sinal” para que membros de facções criminosas tentassem matá-lo após sua atuação em prol da decisão de Donald Trump, que incluiu o PCC e o Comando Vermelho na lista de grupos terroristas monitorados pelos Estados Unidos.
“Bastou eu atuar contra o PCC e Comando Vermelho, bastou eles serem rotulados como grupos terroristas pelo governo americano, que Lula dá uma espécie de apito de cachorro para as facções criminosas me executarem”, disse durante cerimônia em Belo Horizonte, onde recebeu o título de cidadão honorário.
A declaração de Flávio foi uma resposta à fala de Lula, que comparou a atuação dos filhos de Jai

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A decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas recebeu apoio da maioria dos brasileiros e pode reforçar a batalha pela narrativa da segurança pública, uma das principais bandeiras da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
A pesquisa PoderData realizada entre 30 de maio e 1º de junho mostra que 53% dos entrevistados avaliam a medida como positiva para o Brasil. Outros 33% consideram a decisão ruim para o país, enquanto 14% não souberam responder.
O resultado surge poucos dias depois de Flávio ter se reunido com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca. Após o encontro, o senador afirmou que havia solicitado formalmente ao governo americano a classificação das

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