Sociedade brasileira não tolera inflação e isso é positivo para o BC, diz Galípolo

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O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse nesta segunda-feira que a sociedade brasileira deixou de ser tolerante à inflação e isso é positivo para a atuação da autoridade monetária, ressaltando não ter ‘nada melhor’ para um banqueiro central do que essa vigilância da população contra a alta de preços.
Em evento promovido pela FGV, no Rio de Janeiro, Galípolo disse que banqueiros centrais não ‘apanham’ mais apenas na hipótese de contribuírem para queda de popularidade ou perda de eleição de presidentes ao subirem demais os juros, mas também são criticados se cortam demais a taxa, com impacto potencial para a inflação.
Galípolo citou que banqueiros e membros do governo já avaliaram, inclusive, que o ex-presidente Jair Bolsonaro pode ter perdido a reeleição em 2022 po
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O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, reforçou nesta segunda-feira o sinal de “cautela” na condução da política de juros, ao fazer discurso em evento na sede da Fundação Getulio Vargas (FGV).
– No BC, usei a palavra “cautela” mais vezes do que usei em toda a minha vida. Cautela acompanhada de serenidade – disse Galípolo, que falou sem acompanhar discurso escrito.
Segundo o banqueiro central, a menção à serenidade deve-se ao fato de que a cautela serve para “entender melhor” o cenário e tomar decisões “mais seguras”.
Para Galípolo, o momento atual da política de juros se beneficia da “cautela”, porque “medidas mais cautelosas nos permitiram enfrentar” o que chamou de mais um “choque de oferta”, de 2020 para cá, “de forma mais confortável”. Segundo Galípolo, essa forma
Fontes
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