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‘Sopa de letrinhas’, comissão e mais: as razões para a baixa popularidade dos ETFs

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Apesar de virem ganhando espaço entre os brasileiros, os ETFs (Exchange Traded Funds) ainda são considerados um segmento pequeno em relação ao tamanho do mercado de fundos imobiliários – cerca de 1%. E as razões para isso passam por diversas áreas, desde aspectos culturais a estruturais e regulatório, segundo os especialistas que fizeram parte do Encontro Anual Sobre Índices e ETFs no Brasil 2025, promovido pela S&P Global nesta quinta-feira (30), em São Paulo.
Um dos principais obstáculos para a popularização dos ETFs no Brasil é a questão cultural. Leonardo Maranhão, Sócio, Invés Finance, destacou que, diferente dos Estados Unidos, onde investir em ETFs é algo culturalmente consolidado, no Brasil, o investidor ainda precisa “girar a chave um pouco” para adotar o investimento

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Em um cenário de alta volatilidade e taxas de juros elevadas no Brasil, especialistas do mercado financeiro reforçam a importância de uma visão global na construção de portfólios de investimento, destacando os benefícios da diversificação internacional para mitigar riscos e potencializar retornos. As falas foram emitidas no Encontro Anual Sobre Índices e ETFs no Brasil 2025, promovido pela S&P Global, em São Paulo, nesta quinta-feira (30), e acompanhado pela redação do InfoMoney.
Juan Hernandez, diretor da Vanguard na América Latina, ressaltou que o viés doméstico – a preferência por investir majoritariamente no mercado local – é uma realidade em todo o mundo, mas especialmente acentuado no Brasil.
Segundo Hernandez, enquanto o mercado brasileiro representa apenas 0,5% da capit

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O mundo das startups celebra histórias de fundadores que lutam por anos e, finalmente, se tornam multimilionários quando o negócio que construíram abre capital ou é adquirido. Essas histórias de riqueza são comuns também no universo das criptomoedas — embora o caminho para um grande pagamento seja frequentemente muito mais curto.
Um exemplo: Bam Azizi fundou a empresa de pagamentos em criptomoedas Mesh em 2020 e, neste ano, levantou US$ 82 milhões em uma rodada de financiamento chamada Série B. No curso normal das coisas, o capital levantado em uma rodada Série A ou Série B vai quase inteiramente para financiar o crescimento da startup. Mas, neste caso, a rodada incluiu pelo menos US$ 20 milhões para o próprio Azizi.
O pagamento veio por meio de vendas secundárias, que envolvem

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Ser CEO tem muitos privilégios: líderes empresariais comandam as empresas mais poderosas do mundo, moldam seus legados como pioneiros da indústria e recebem salários bilionários. Mas, na árdua escalada até o topo da hierarquia corporativa, muitos não percebem os colegas deixados para trás — até olharem para baixo, já no topo. É um trabalho solitário e isolado.
Líderes de algumas das maiores empresas do mundo — de Airbnb e UPS à PepsiCo e Apple — estão finalmente abrindo o jogo sobre o impacto mental que o cargo traz.
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Muitos pioneiros da indústria estão enfrentando uma intensa solidão; pelo menos 40% dos executivos estão pensando em deixar o emprego, principalmente porque se sentem sem

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O presidente do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA), Jerome Powell, traçou um retrato sombrio de um mercado de trabalho que parece bem na superfície — 4,3% de desemprego e um consumo sólido —, mas que está perdendo força silenciosamente. Ao ajustar os números para eliminar a contagem excessiva nos dados de folha de pagamento, ele afirmou, durante uma coletiva de imprensa, que “a criação de empregos está praticamente em zero”.
Ele associou essa desaceleração, ao menos em parte, ao que os CEOs agora estão dizendo abertamente aos investidores: a inteligência artificial permite fazer mais com menos pessoas.
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Powell observou que “um número significativo de empresas” anunciou recentemente demissões ou

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