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Spreads de títulos privados têm retomada em “V” e fundos de renda fixa sentem o baque

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O mês de outubro marcou uma virada importante no mercado de crédito privado brasileiro. Depois de meses de compressão dos spreads (o prêmio oferecido em relação aos títulos públicos) e forte demanda por papéis incentivados, a correção abrupta nas taxas impactou diretamente a rentabilidade dos fundos de debêntures, especialmente os voltados a infraestrutura.
Dados do Bradesco BBI mostram que o volume de emissões de debêntures chegou a R$ 59,9 bilhões em outubro, alta de 21% em relação a setembro, impulsionado sobretudo pelo setor financeiro. No entanto, mesmo com a abertura dos spreads a partir da segunda semana do mês, as emissões incentivadas, que contam com isenção fiscal para pessoas físicas e são compradas por fundos de infraestrutura, somaram R$ 16,6 bilhões, queda de 17%

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