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Startups: Empreender na ciência e o duplo desafio das mulheres nas STEM

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ransformar ciência em negócio é um caminho longo. Envolve anos de pesquisa, validação tecnológica, regulação e capital paciente. Para mulheres que atuam em áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática – as chamadas STEM –, o percurso costuma incluir um desafio adicional: ocupar espaços ainda majoritariamente masculinos e provar constantemente sua credibilidade em ambientes altamente técnicos.
“Levei um tempo para aceitar que não era o produto o problema, mas sim o meu gênero”, conta Daniele de Mari, CEO e fundadora da Neurogram, que durante os dois primeiros anos da startup foi empreendedora solo e sentiu na pele a dificuldade de acessar capital sem um rosto masculino ao seu lado no pitch.
Formada em neurociência pela Georgia Tech, nos Estados Unidos, ela desenvolveu u

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O empreendedorismo segue como uma das principais estratégias de geração de renda para milhões de brasileiras, que se deparam com uma dificuldade estrutural do mercado formal de trabalho em acomodar especialmente as profissionais que se tornaram mães. Um levantamento feito pelo Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME), entre 2023 e 2025, mostra que mesmo empreendendo os problemas se multiplicam, indo desde a informalidade e endividamento até dificuldades de acesso ao crédito e desigualdades raciais.
Segundo os estudos conduzidos pelo Laboratório de Gênero e Empreendedorismo do IRME, a maioria das empreendedoras brasileiras tem entre 30 e 49 anos, vive principalmente nas regiões Sudeste e Nordeste e apresenta renda média relativamente baixa. Em 2025, por exemplo, a renda média

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No Brasil, as mulheres demonstram menos confiança em relação ao futuro financeiro quando comparadas aos homens, ainda que se preocupem com proteção e estabilidade, mostra a pesquisa “O planejamento financeiro do brasileiro: da consciência à prática”. O estudo foi encomendado pela Associação Brasileira de Planejamento Financeiro (Planejar) e realizado pelo Datafolha no ano passado.
Segundo a pesquisa 51% das mulheres entrevistadas se sentem insatisfeitas com sua condição financeira, ante 40% dos homens entrevistados.
A insegurança financeira feminina não está ligada apenas à renda, mas também ao acesso à informação qualificada e à confiança para tomar decisões de longo prazo. A avaliação é da Paula Bazzo, planejadora CFP pela Planejar. “Falar de planejamento financeiro é falar d

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