Contexto

A Operação Compliance Zero, realizada pelo Ministério Público Federal (MPF), tem como objetivo apurar fraudes envolvendo o Banco Master. Neste cenário, um perito criminal federal suspeito de vazar dados sigilosos da investigação foi afastado das atividades.

Em 27 de janeiro de 2026, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a suspensão de um perito criminal federal. De acordo com as informações divulgadas, esse agente teria repassado informações sigilosas sobre materiais apreendidos durante a operação para integrantes da imprensa.

Repercussão

A decisão do STF levou à realização de duas buscas e apreensões pelo Departamento Nacional de Prontuários (DNP) da Polícia Federal. Além disso, outras medidas cautelares foram autorizadas.

  • Busca e apreensão: Realizada na residência do perito criminal federal suspeito.
  • Outras medidas: Autorizações de outras providências para investigar a conduta funcional do agente público envolvido nos vazamentos.

O caso ganhou destaque na imprensa, com jornalistas e veículos de comunicação sendo notificados pela Corte Superior que não são alvos diretos da investigação. Os focos das diligências se restringem à conduta funcional do suspeito.

O que vem agora

A próxima etapa do processo envolve uma série de medidas para apurar a responsabilidade do perito criminal federal. Além disso, outras investigações relacionadas podem ser abertas ou ampliadas conforme as evidências forenses e documentais são analisadas.

  • Aprovação do relatório: O ministro André Mendonça terá que aprofundar o entendimento sobre os fatos e fundamentar sua decisão com base nas informações coletadas pelo DNP.
  • Prazo para apresentação de defesa: O perito suspeito terá um prazo determinado para apresentar seu ponto de vista sobre as acusações.
  • Possíveis medidas legais: Se a investigação comprovar o envolvimento do agente público, medidas judiciais poderão ser tomadas contra ele.

Fontes