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Taxas dos DIs sobem ainda sob influência do Fed e após dados fortes de emprego

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As taxas dos DIs fecharam a quinta-feira em alta, repercutindo a decisão do Federal Reserve na véspera, que colocou em dúvida novo corte de juros nos EUA em dezembro, e os dados de geração de empregos formais no Brasil em setembro, acima do esperado.
No fim da tarde, a taxa do DI para janeiro de 2028 estava em 13,235%, em alta de 7 pontos-base ante o ajuste de 13,161% da sessão anterior. A taxa para janeiro de 2035 marcava 13,65%, com elevação de 5 pontos-base ante o ajuste de 13,604%.
Na véspera a curva brasileira já havia subido na esteira da decisão do Fed, que cortou sua taxa de juros em 25 pontos-base, como esperado, mas colocou em dúvida nova redução no mês de dezembro. Comentários do chair da instituição, Jerome Powell, ainda na tarde de quarta-feira reforçaram as aposta

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Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Ministério do Trabalho e Emprego apontam que o país criou 213 mil novas vagas em setembro, número que está acima da expectativa do mercado, de 170 mil. No entanto, no acumulado do ano, há uma leve desaceleração, se comparado ao mesmo período do ano passado.
De janeiro a setembro, foram criadas 1,7 milhão de novas vagas, contra 1,9 milhão no mesmo período de 2024.
Para os economistas, os dados ilustram a tendência de desaceleração lenta da atividade econômica.
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Desaceleração ‘gradual’ e ‘suave’
Rodolfo Margato, economista da XP, destaca que, embora o dado tenha sido positivo para o mês de setembro, a leitura do indicador em um período de tempo m

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A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira a medida provisória 1.304, que trata de temas dos setores elétrico e de gás, com propostas que beneficiam a contratação de termelétricas a carvão e biomassa e sem a criação de uma nova cobrança para a geração distribuída solar.
Os deputados aprovaram o texto-base da MP em votação simbólica, horas depois de o relatório ter sido aprovado em comissão mista. Alguns pontos considerados mais polêmicos foram destacados e votados em separado.
Na votação do plenário, foi suprimido do texto o dispositivo que criava uma cobrança de R$20,00 por 100 quilowatts-hora (kWh) sobre novos projetos de geração distribuída de energia, modalidade que engloba pequenos sistemas, geralmente da fonte solar, instalados em telhados, fachadas e terrenos.
LIS

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