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Tesouro Direto: juros prefixados tocam máximas de 12 meses com pressão dos EUA

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As taxas do Tesouro Direto abrem em alta nesta terça-feira (19), impulsionadas por dois vetores simultâneos: no exterior, os rendimentos dos Treasuries americanos atingiram as maiores marcas em quase duas décadas; no Brasil, o risco político eleitoral e o impasse no Estreito de Ormuz continuam adicionando prêmio à curva doméstica.
Nos prefixados, a variação foi contida, mas levou alguns papéis para próximo do maior patamar em 12 meses. Foi o caso do Prefixado 2032, que avançou levemente para 14,33%, e do Prefixado com Juros Semestrais 2037, que saltou para 14,40%, ambas novamente muito perto das máximas anuais atingidas na sexta-feira (15).
Nos títulos de inflação, a abertura foi para cima em toda a curva. O Tesouro IPCA+ 2040 avançou 3 pontos-base para 7,33%, de 7,30%, e o IPC

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