Notícia

Tesouro Direto: taxas têm queda firme com fluxo estrangeiro para ‘kit Brasil’

Por Publicado Atualizado

Publicidade
As taxas dos títulos do Tesouro Direto operam em queda generalizada nesta sexta-feira (23), acompanhando o fortalecimento do apetite por risco no mercado local e o movimento de baixa dos juros no exterior, em um dia marcado por entrada de recursos estrangeiros em ativos brasileiros.
Às 15h31, os títulos prefixados apresentavam recuo relevante em relação à sessão anterior. O Tesouro Prefixado 2028 passou a pagar 12,97% ao ano, ante 13,02% na quinta-feira. Já o Tesouro Prefixado 2032 cedeu de 13,70% para 13,62%, enquanto o Prefixado com Juros Semestrais 2035 recuou de 13,82% para 13,71%.
Nos papéis indexados à inflação, o movimento também foi de queda ao longo da curva. O Tesouro IPCA+ 2029 passou de 7,89% para 7,85% de juros reais, enquanto o Tesouro IPCA+ 2040 caiu de 7,32% par

Títulos do Tesouro Direto despencam até 10,6% em 2026. Veja o que fazer
Depois de uma alta significativa em 2025, os títulos de longo prazo do Tesouro Direto inverteram o sentido e passaram a cair fortemente neste início de 2026.
A maior perda, até o momento, é do Tesouro Renda 2065, com desvalorização de 10,64% até terça-feira (20).
Os de prazo mais curto, no entanto, caíram menos ou até subiram, em alguns casos.
Na coluna de hoje eu mostro quais títulos estão no negativo neste início de ano e quais estão gerando algum ganho.
Caso você tenha algum desses títulos negativos, no final deste texto eu oriento sobre como lidar.
Quais títulos estão negativos em 2026?
Tesouro Renda: Todos os títulos desta categoria estão negativos. Esses papéis têm uma data para começar a pagar uma renda mensal p

Fontes

Fontes:

Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.

Encontrou algo a corrigir? Avise a redação.