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Tesouro IPCA+ deixa aberta janela rara, mas “nunca foi tão fácil tomar susto”

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O primeiro semestre de 2026 não poupou o investidor brasileiro da volatilidade – mesmo na renda fixa. Quem iniciou o ano projetando um ciclo de quedas da Selic precisou recalcular a rota diante do temor inflacionário global somado aos ruídos em torno da sustentabilidade fiscal do Brasil. Agora, a transição para o segundo semestre impõe um cenário com uma Selic projetada em 14% no fim do ano e IPCA acima do teto da meta. Nesse ambiente, um papel vem chamando a atenção: o Tesouro IPCA+.
O título com vencimento em 2032 segue oferecendo mais de 8% ao ano acima da inflação, pressionado pelo resultado fiscal visto como ruim pelo mercado. E, nesta quarta-feira (1) o papel com juros semestrais que vence em 2037 também atingiu essa marca, com o mercado digerindo uma nova pesquisa eleito

O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quarta-feira (1), CDBs com taxas prefixadas de até 14,450% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 8,550% em 1 ano e os pós-fixados até 106% do CDI em mais de 12 meses.
LCAs contam com taxas prefixadas de até 12,000% em mais de 1 ano, enquanto as pós-fixadas pagam até 84,5% do CDI em mais de 12 meses.
LCIs prefixadas pagam até 12,000% em 1 ano, enquanto as pós-fixadas pagam até 87% do CDI com vencimento em mais de 1 ano.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
CDB FIBRA
Taxa: CDI + 0,100%
Vencimento: junho/2030
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CDB BANCO C6 CONSIGNADO S.A.
Taxa: 102% do CDI
Vencimento: junho/2032
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