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Tribunal britânico: BHP é responsável por rompimento da barragem de Fundão em 2015

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LONDRES (Reuters) – A BHP pode ser responsabilizada pelo rompimento de uma barragem de Fundão em Mariana, em 2015, decidiu o Tribunal Superior de Londres nesta sexta-feira.
Centenas de milhares de pessoas, dezenas de municípios e cerca de 2.000 empresas processaram a BHP pelo colapso da barragem de Fundão em Mariana, Minas Gerais, que era de propriedade e operada pela joint venture Samarco, formada pela BHP e pela Vale (VALE3).
O pior desastre ambiental do Brasil desencadeou uma onda de lama tóxica que matou 19 pessoas, deixou milhares de desabrigados, inundou florestas e poluiu toda a extensão do rio Doce.
A juíza Finola O’Farrell disse em um resumo de sua decisão que a BHP não deveria ter continuado a aumentar a altura da barragem antes de seu colapso, o que foi “uma causa di

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(Reuters) – A Vale (VALE3) disse que estima uma provisão adicional de aproximadamente US$500 milhões em suas demonstrações financeiras de 2025 para obrigações decorrentes do rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), em 2015, conforme fato relevante divulgado pela mineradora nesta sexta-feira.
A declaração ocorre após a Alta Corte da Inglaterra considerar o grupo BHP responsável, sob a legislação brasileira, pelo rompimento da barragem de Fundão operada pela Samarco Mineração, uma joint-venture entre a Vale e a BHP.
“Vale e BHP permanecem confiantes de que o acordo definitivo, assinado em outubro de 2024 no Brasil, oferece os mecanismos mais rápidos e eficazes para compensar os impactados”, disse a Vale.
Em 30 de setembro de 2025, a Vale já havia reconhecido uma provisã

Com apenas uma semana de vida, Jenifer de la Rosa recebeu o apelido de “filha do vulcão” porque sobreviveu à avalanche que sepultou sua cidade.
Em 13 de novembro de 1985, e o vulcão Nevado del Ruiz, em erupção, lançou um torrente de lama, água e pedras que arrasou tudo pelo caminho, incluindo a cidade de Armero, onde de la Rosa vivia com os pais.
Cerca de 20 mil pessoas, de um total de 29 mil habitantes, morreram na cidade colombiana durante a tragédia. Outras cerca de 5.000 pessoas morreram em municípios vizinhos.
Armero é hoje um memorial a céu aberto no departamento de Tolima, no centro da Colômbia.
Turistas e vítimas visitam o local todos os anos e percorrem ruínas, parques, o cemitério e vários monumentos.
Alguns sobreviventes continuam vivendo em cidades próximas. Outros, entre eles

Justiça inglesa condena mineradora BHP em ação de vítimas de Mariana; indenizações podem chegar a R$ 250 bi
A mineradora anglo-australiana BHP foi condenada pela Justiça inglesa e terá que pagar indenização a vítimas do rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), que ocorreu em 2015. A BHP é, junto à brasileira Vale, dona da Samarco, que operava a barragem.
O anúncio foi feito pelo Tribunal Superior de Londres nesta sexta-feira (14/11), mas ainda não foi divulgado o valor a ser pago. Isso acontecerá numa nova etapa do julgamento, que irá determinar quais pessoas poderão ser indenizadas e os valores.
Cerca de 620 mil pessoas participam do processo contra a mineradora no Reino Unido, além de 2 mil empresas e 31 municípios – tornando essa a maior ação coletiva ambiental da história da

EUA eliminam tarifas para produtos da Argentina
Acordos semelhantes foram anunciados com El Salvador, Guatemala e Equador, com foco em abrir mercados e reduzir barreiras
O governo dos Estados Unidos e o da Argentina anunciaram na 5ª feira (13.nov.2025) os termos para um acordo de comércio recíproco e investimentos. A Casa Branca afirma que a iniciativa aprofunda a cooperação bilateral, com foco na abertura de mercados, na redução de barreiras e na criação de regras para setores considerados estratégicos.
Washington também anunciou acordos com Guatemala, Equador e El Salvador.
Segundo o USTR (United States Trade Representative), o entendimento reflete a “ambição e os valores compartilhados” pelos países. O governo norte-americano afirma que o quadro servirá como base para negociações de aco

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