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Troca de cotas por imóveis vira aposta de FIIs; mas modelo gera preocupações

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O amadurecimento da indústria de fundos imobiliários já coloca o setor diante de debates regulatórios que, até poucos anos atrás, sequer existiam. Com um mercado maior, mais complexo e pressionado pela dificuldade de captar novos recursos em um ambiente de juros elevados, operações estruturadas — como a compra de ativos por meio de pagamento com cotas — viraram o centro das discussões.
Para Flávio Pires, analista de FIIs do Santander, o avanço recente da CVM ( Comissão de Valores Mobiliários) em abrir consulta pública para ajustes nas regras dos fundos é um sinal positivo de que o setor caminha para padrões mais próximos ao de empresas listadas.
“O FII deixou de ser apenas um veículo para alocar imóveis e hoje se aproxima de uma S.A., com obrigações e complexidade muito maiores

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O governo brasileiro avalia criar regras para a cobrança de IOF sobre operações com criptoativos, sobretudo stablecoins, após o Banco Central ter definido neste mês que parte dessas transações passará a ser classificada como operação de câmbio. A informação foi confirmada à Reuters.
Até agora, operações com cripto estão sujeitas apenas à declaração obrigatória à Receita Federal e ao pagamento de Imposto de Renda sobre ganhos de capital acima de R$ 35 mil mensais.
Não há incidência de IOF, o que abriu espaço para que ativos digitais fossem usados para contornar transferências tradicionais, especialmente no caso de pagamentos internacionais.
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BC decreta administração especial temporária (Raet) no Banco Master Múltiplo S.A.
Nesse regime, as atividades

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta terça-feira (19) para condenar mais nove réus pela tentativa de golpe promovida pelo governo do ex-presidente Jair Bolsonaro em 2022.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) aponta que o grupo planejou as “ações mais severas e violentas” da organização criminosa.
Entre elas estão o plano para assassinar autoridades, e ainda medidas para pressionar o comando do Exército a aderir ao golpe para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no poder mesmo após a derrota nas urnas (leia mais abaixo).
A maioria dos réus fazia parte dos “kids pretos”, militares que são treinados para ações especializadas.
Para seis militares e um agente da Polícia Federal (PF), Moraes defendeu a punição pelos cinco crimes apontados pela P

General Estevam Cals Theóphilo Gaspar de Oliveira — Foto: Alberto César Araújo/Aleam
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, votou nesta terça-feira (18) pela absolvição do general Estevam Theophilo, ex-chefe do Comando de Operações Terrestres do Exército. Para Moraes, há dúvidas sobre a participação do militar na trama golpista.
A Primeira Turma do STF analisa nesta terça as condutas dos integrantes do núcleo 3 da trama golpista, acusado de ter planejado as “ações mais severas e violentas” da tentativa de golpe.
Além de propor a absolvição de Theophilo, Moraes votou pela condenação de nove réus do núcleo.
Em denúncia, a Procuradoria-Geral da República (PGR) afirmou que Theophilo usou sua posição para apoiar as ações golpistas.
E teria incentivado Jair Bolsonaro (PL) a

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), votou hoje para condenar o núcleo de “kids pretos” por tentativa de golpe de Estado para manter Jair Bolsonaro no poder após a derrota nas eleições. Ele se manifestou para absolver o general Estevam Cals Theóphilo. O julgamento volta de tarde com o voto de Cristiano Zanin.
O que aconteceu
O ministro defendeu absolver o general Estevam Cals Theóphilo. Ele também entendeu que outros dois militares deveriam ser condenados por apenas dois crimes, abrindo brecha para eles fecharem acordos e não serem presos.
É a primeira vez que Moraes vota para absolver um réu da trama golpista. Até o momento, o STF já julgou dois núcleos, e o relator não havia absolvido ninguém.
Relator do caso é o primeiro a votar. Na semana passada, a PGR (P

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