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Trump vê segurança em Ormuz e diz que ataques dos EUA ao Irã ainda não terminaram

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que acredita haver condições de segurança para a navegação no Estreito de Ormuz e disse que companhias petrolíferas deveriam continuar utilizando a rota, apesar da escalada do conflito com o Irã. Segundo ele, é possível ver “grande segurança” na passagem estratégica para o comércio global de petróleo.
Em comentários a jornalistas ao deixar da Casa Branca para cumprir agenda externa, Trump buscou transmitir confiança sobre a situação no Golfo e minimizou temores de que o Irã tenha instalado minas na região. Questionado sobre o tema, disse que Washington não acredita que isso tenha ocorrido. O presidente também afirmou que as forças americanas reduziram significativamente as capacidades militares de Teerã no mar. “Eliminamos

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As tensões diplomáticas entre Estados Unidos e Espanha foram renovadas após o presidente americano, Donald Trump, retomar críticas ao governo espanhol, com novas ameaças de medidas comerciais contra o país europeu em meio ao conflito com o Irã.
Em declarações a jornalistas, Trump afirmou que a Espanha “tem se comportado muito mal” nas discussões com Washington e acusou Madri de não colaborar com os EUA. Segundo ele, a Casa Branca pode até “interromper todo nosso comércio” com os espanhóis. Apesar do tom crítico, o republicano fez uma distinção entre a população e o governo espanhol. “As pessoas da Espanha são fantásticas. A liderança é ruim”, disse.
Trump vê segurança em Ormuz e diz que ataques dos EUA ao Irã ainda não terminaram
Segundo ele, é possível ver “grande segurança” n

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A escalada de tensão entre Estados Unidos e Irã colocou novamente no centro do debate militar um tipo de armamento antigo, mas ainda estratégico: as minas navais.
O tema ganhou destaque após o presidente americano, Donald Trump, afirmar que forças iranianas poderiam estar posicionando explosivos desse tipo no Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes do comércio global de petróleo.
A região é considerada um ponto crítico do sistema energético mundial. Cerca de 20% do petróleo comercializado no planeta passa diariamente pelo estreito, localizado entre o território iraniano e a Península Arábica.
Após o início do conflito em 28 de fevereiro, o Irã ameaçou bloquear a passagem e atacar embarcações que tentassem atravessar a região. O movimento reduziu o tráfego ma

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O Irã instalou cerca de uma dúzia de minas no Estreito de Ormuz, disseram duas fontes familiarizadas com o assunto, em uma ação que provavelmente vai complicar a reabertura da estreita via navegável, uma importante rota para o transporte de petróleo e gás natural liquefeito.
As exportações de petróleo e GNL através da estratégica região de estrangulamento ao longo da costa do Irã foram efetivamente interrompidas pela guerra lançada há 12 dias pelos Estados Unidos e Israel, ajudando a impulsionar um aumento nos preços mundiais de energia.
O comando militar do Irã disse nesta quarta-feira que o mundo deve estar preparado para que o petróleo atinja US$200 por barril.
Segundo uma das fontes, as minas foram instaladas ‘nos últimos dias’ e a maioria de seus locais era conhecida. Mas

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A guerra no Oriente Médio entrou no 12º dia com novos ataques, ameaças sobre rotas de petróleo e sinais de que o conflito pode se prolongar. A escalada militar ocorre enquanto governos e mercados monitoram o impacto sobre o Estreito de Ormuz, passagem estratégica para o comércio mundial de energia.
Em meio à intensificação do conflito, veio à tona nesta quarta-feira (11) a informação de que o novo líder supremo do Irã, Motjaba Khamenei, ficou ferido no ataque de 28 de fevereiro que levou à morte de seu pai, Ali Khamenei.
Segundo uma autoridade iraniana, os ferimentos foram leves e ele segue exercendo suas funções, embora ainda não tenha se pronunciado publicamente desde que assumiu o cargo.
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