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Turbulência pré-eleições na Bolsa está só começando, alerta Dahlia

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A Bolsa tem um começo de agosto amargo e acumula forte queda com a debandada de investidores estrangeiro diante da proximidade das eleições, mas a volatilidade de verdade ainda pode estar por vir. Para a Dahlia Capital a turbulência dos preços de ativos brasileiros deve aumentar nas próximas semanas, com um eleitorado que demonstra mais clareza sobre quem não deseja eleger do que sobre seu candidato preferido – e que, por isso, deve deixar a definição para mais perto do pleito.
Essa dinâmica, segundo a gestora, produz um comportamento distinto do observado em eleições tradicionais. “Quando o voto é motivado pela preferência, pesquisas tendem a capturar escolhas relativamente estáveis. Quando passa a ser motivado pela rejeição, a decisão torna-se mais estratégica: o eleitor não

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Capitais nordestinas e cidades fora dos principais centros tradicionais vêm ganhando espaço no radar das incorporadoras, ampliando o número de mercados considerados atrativos para novos lançamentos. É o que mostra a segunda edição do Índice de Demanda Imobiliária (IDI Brasil), referente ao segundo trimestre de 2026.
Os principais destaques do trimestre foram Recife e Fortaleza, que avançaram simultaneamente nos segmentos econômico, médio e alto padrão. O levantamento avalia a atratividade de 84 cidades brasileiras para novos empreendimentos a partir de indicadores como demanda por imóveis, dinâmica econômica, velocidade de vendas e desempenho de lançamentos.
Na metodologia do índice, elaborado pelo Sienge, CV CRM e Grupo Prospecta em parceria com a Câmara Brasileira da Indústri

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A forte correção das ações brasileiras nos últimos dias abriu uma oportunidade para investidores, na avaliação do Bradesco BBI. Em relatório assinado pela equipe de estratégia para América Latina liderada por Ben Laidler, o banco afirma que o recente movimento de venda na Bolsa brasileira foi impulsionado principalmente por fatores técnicos e de fluxo, sem uma mudança relevante dos fundamentos econômicos ou corporativos do país.
Segundo o relatório, as ações brasileiras acumularam queda de 5% na última semana em moeda local e de 7% em dólares, revertendo parte da forte valorização observada anteriormente e ficando entre 8 e 10 pontos percentuais abaixo do desempenho de mercados emergentes e do índice global ACWI no período.
O movimento teve características típicas de um episódi

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