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Usiminas (USIM5) lidera o Ibovespa em mês de queda da Bolsa. O que esperar agora?

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O mês de outubro tem sido marcado por um movimento de realização no Ibovespa, após as fortes altas observadas nos meses anteriores. O principal índice da Bolsa brasileira acumula baixa de 2,76%, negociado aos 142.200 pontos, mas ainda sustenta valorização de 18,22% no acumulado de 2025.
Das 82 ações que compõem o índice, apenas 15 registram desempenho positivo no mês — e o destaque fica por conta da Usiminas (USIM5), que dispara e se consolida como a maior alta do Ibovespa em outubro, em meio à melhora técnica do papel e a sinais de recuperação no setor siderúrgico.
Para entender até onde o preço das ações de Usiminas (USIM5) pode ir, confira a análise técnica completa e os principais pontos de suporte e resistência.
Análise técnica Usiminas (USIM5)
No gráfico diário, Usiminas

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Os contratos de minidólar (WDOX25), com vencimento em novembro, encerraram a última sessão (16/10) praticamente estáveis, com leve baixa de 0,04%, cotados a 5.473 pontos, acompanhando o movimento global de enfraquecimento da moeda americana após falas de dirigentes do Federal Reserve indicarem novos cortes de juros nos EUA. A expectativa por uma redução de até 50 pontos-base reforçou o apetite por risco, enquanto o mercado também monitorava a reunião entre o chanceler Mauro Vieira e o secretário de Estado americano, Marco Rubio, para discutir tarifas sobre produtos brasileiros.
No Brasil, o IBC-Br avançou 0,4% em agosto, abaixo das projeções, sinalizando perda de ritmo na atividade. Ainda assim, a combinação de juros domésticos elevados e ambiente externo mais favorável sustent

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Os contratos de mini-índice (WINZ25), com vencimento em dezembro, encerraram a última sessão (16/10) em leve queda de 0,47%, aos 145.010 pontos, após três pregões consecutivos de alta, em dia de volatilidade e cautela fiscal. O IBC-Br avançou 0,4% em agosto, abaixo das expectativas, reforçando a desaceleração da economia e o efeito restritivo da Selic elevada. No cenário político, o governo manteve discurso otimista, enquanto o STF inicia julgamento sobre a desoneração da folha, tema central para o equilíbrio das contas públicas.
Lá fora, as bolsas de Nova York recuaram com preocupações sobre inadimplência nos bancos e tensões entre EUA e China. O ouro renovou recordes e o dólar recuou, refletindo apostas em novos cortes de juros pelo Federal Reserve. Para os traders do mini-ín

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O Ibovespa encerrou a última sessão (16/10) em leve queda, mantendo o ritmo de correção após o movimento de alta que o levou à máxima histórica. O índice registrou baixa de 0,28%, aos 142.200 pontos, após oscilar entre a mínima de 141.445 pontos e a máxima de 143.190 pontos. Desde que atingiu o recorde nos 147.578 pontos, o índice vem apresentando perda de força compradora e avanço gradual do fluxo vendedor, com o mercado testando níveis de suporte relevantes.
No gráfico diário, o Ibovespa segue pressionado, operando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que reforça a estrutura baixista de curto prazo. Para que o cenário mude, será preciso observar a superação das resistências em 143.190/143.606 pontos e, posteriormente, em 144.531/145.100 pontos.
Enquanto isso, a perda da re

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