Vale: suspensão das operações nas minas Fábrica e Viga é um risco para as ações?

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Enquanto as ações da Vale (VALE3) batem máximas históricas – seguindo o Ibovespa – dois incidentes registrados desde o último fim de semana relacionados à gestão de água em Minas Gerais alarmaram o mercado.
No Complexo Mina de Fábrica, o evento esteve associado à infraestrutura instalada em área da operação, sem caracterização de falha estrutural em barragens ou pilhas de mineração. Na mina Viga, foi registrado extravasamento de água na estrutura de drenagem (sump).
Embora não tenha havido feridos e os eventos tenham sido controlados, as autoridades exigiram monitoramento adicional, aponta a XP, além de medidas de mitigação ambiental e controle de emergência, que parecem ser os principais motivos da suspensão, e não a instabilidade estrutural.
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A ANM (Agência Nacional de Mineração) informou que o evento ocorrido no complexo Mina de Fábrica, região onde foram registrados vazamentos de água em áreas de minas exploradas pela Vale no interior de Minas Gerais, não comprometeram as estruturas de barragens.
“Não houve ruptura, colapso ou comprometimento de estruturas de barragens ou pilhas de mineração nas ocorrências registradas em áreas da Vale S.A., no Complexo Mina de Fábrica, entre os municípios de Congonhas e Ouro Preto (MG), e na mina Viga, em Congonhas (MG)”, afirmou a ANM.
A agência acrescentou que, no caso do complexo Mina de Fábrica, “o evento esteve
Fontes
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