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Wall Street começa a questionar o boom dos data centers

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NOVA YORK — A reação negativa aos data centers, que vem influenciando debates eleitorais e discussões em todo os Estados Unidos, agora também começa a chegar a Wall Street.
Empresas que operam data centers ou fornecem energia e terrenos para sua construção eram vistas como grandes candidatas a liderar o mercado de ofertas públicas iniciais (IPOs) nos próximos meses, impulsionadas pelo apetite aparentemente insaciável dos investidores por tudo o que estivesse relacionado à inteligência artificial.
Mas parte do mercado passou a demonstrar crescente ceticismo em relação às expectativas de crescimento do setor e aos riscos associados à expansão desses empreendimentos. O movimento tem levado executivos e banqueiros a recalibrar planos para captar dezenas de bilhões de dólares nos me

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WASHINGTON — Quando os Estados Unidos e a China chegaram a uma trégua comercial durante uma reunião na Coreia do Sul há um ano, o acordo ajudou a restaurar parte da estabilidade em uma relação econômica que ameaçava sair do controle.
O entendimento levou o presidente Donald Trump a recuar de tarifas punitivas sobre exportações chinesas e fez com que a China prometesse manter os embarques de minerais estratégicos que havia interrompido em resposta às tarifas impostas por Washington.
Agora, os negociadores parecem estar se preparando para prorrogar esse acordo, enquanto Xi Jinping, líder da China, se dirige a Washington para se encontrar com Trump ainda nesta semana. Na noite de domingo, autoridades americanas afirmaram que os dois lados discutirão a criação de um diálogo sobre i

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SAN FRANCISCO — Na semana passada, Mustafa Suleyman, responsável pelo desenvolvimento das tecnologias de inteligência artificial da Microsoft, criticou a ideia de que os sistemas de IA atuais sejam conscientes.
Em um ensaio publicado na quarta-feira (16), ele afirmou que os sistemas de IA de hoje são “motores de conclusão de sequências, vazios internamente, projetados para seguir instruções e executar objetivos definidos por seres humanos”.
“Se a humanidade quiser prosperar no século XXI”, acrescentou, “é assim que eles devem permanecer”.
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O texto, com cerca de 6 mil palavras, faz críticas diretas à Anthropic, startup de San Francisco que tem defendido repetidamente que sistemas de IA apresentam sinais de introspecção e processam informações de man

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Os fundos de índice (ETFs) viraram uma das vitrines da indústria de fundos no Brasil, com forte crescimento em número de produtos e patrimônio investido nos últimos meses. Mas, quando se olha para a carteira dos investidores mais ricos, eles quase desaparecem.
O ETF foi a categoria de fundos que mais cresceu no semestre entre todos os segmentos, segundo dados da Anbima. O volume total subiu 38,8%, com crescimento de mais de 40% nos segmentos de varejo (tradicional e alta renda) e de 31% no private. Dentro dos fundos detidos pelo private, a participação de ETFs também cresceu, mas a base é ínfima: de 0,54% para 0,66%. No geral, quanto maior o patrimônio, menor o peso dos ETFs.
O que explica o número ainda ser tão baixo? E faz sentido, do ponto de vista desse investidor, ampliar

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A AtlasIntel divulga na quarta-feira (23) uma nova rodada da pesquisa presidencial em um momento em que a disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) se estreitou e dois temas passaram a concentrar o debate eleitoral, a crise no Supremo Tribunal Federal e o reajuste de 15,04% do Bolsa Família.
O levantamento deve mostrar se algum desses movimentos alterou o cenário captado na pesquisa anterior, divulgada em 17 de setembro. Naquela rodada, Lula tinha 44,1% das intenções de voto no primeiro turno, contra 41,7% de Flávio. A diferença entre os dois havia caído de 5,6 para 2,4 pontos em apenas uma semana.
No segundo turno, o quadro era ainda mais apertado. Flávio aparecia com 47,2% e Lula, com 46,8%, um empate técnico dentro da margem de erro de um ponto per

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