Warsh pode apoiar alta de juros em setembro e deve manter comunicação enxuta, diz FT

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O chairman do Federal Reserve, Kevin Warsh, já deixou claro, em duas reuniões ocupando a cadeira, que sua comunicação seria diferente do que o mercado se acostumou com Jerome Powell. De acordo com matéria do Financial Times, seu estilo “mais enxuto” deve ser mantido, mesmo após consequências no mercado na última decisão.
De acordo com fontes ouvidas pelo Financial Times, Warsh estaria disposto a apoiar uma alta dos juros já na reunião de setembro caso os próximos dados de inflação surpreendam para cima e reforcem a necessidade de um aperto adicional da política monetária. Atualmente, os contratos futuros apontam cerca de 55% de probabilidade de uma elevação de 0,25 ponto percentual, segundo dados da CME Group.
A possibilidade ganhou força após o FT revelar a disposição de Warsh
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Após a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) em cortar a Selic em mais 0,25 ponto percentual, levando-a a 14%, o mercado analisa, agora, os próximos passos dos juros no Brasil. De acordo com a XP, o choque de custos e a inflação justificam uma pausa na calibração dos juros ao longo deste ano, voltando a cortes maiores no ano que vem. O cenário mudaria caso os sinais de desaceleração da atividade e da inflação se confirmem antes do esperado.
Rodolfo Margato, economista da XP, afirma que, na economia real, uma série de preocupações vêm se somando, como a onda inflacionária impulsionada pelos choques globais e fatores climáticos, como o El Niño. Essa visão de cautela na ponta final da economia é endossada pelo contato direto com o setor produtivo. “A gente percebe uma sé
Fontes
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