Após escândalo que deu certo, Copa Africana mantém ‘revolução’ e pode ter fato inédito em 2026

É uma questão histórica que passa pelo passado de exploração do continente, mas a Copa Africana de Nações conseguiu, após muito tempo, reagir e fazer uma espécie de ‘revolução’ no que diz respeito ao comando das seleções.
O ESPN.com.br acompanha a questão há cerca de 15 anos, e a situação, que já chegou quase ao extremo, virou radicalmente: enfim, a partir de 2021, os técnicos africanos passaram a ser maioria entre as equipes da principal disputa continental.
Mas não era assim, e o ápice do comando estrangeiro se deu em 2015. Ainda com 16 participantes, a CAN teve naquela edição disputada na Guiné-Equatorial 13 países com técnicos ‘gringos’, 12 da Europa, sendo cinco franceses (o único de outra parte do mundo foi o argentino Esteban Becker, que liderou o país-sede). Incríveis 81% – apenas
Fontes
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