Atuações do São Paulo: Coronel mostra insegurança, e Tolói vai mal em derrota

O São Paulo perdeu para o Santos de virada por 2 a 1 na noite da última sexta-feira, no Morumbis, em jogo atrasado da 21ª rodada do Campeonato Brasileiro. Coronel, que precisou substituir Rafael de última hora, mostrou insegurança em alguns lances, e Tolói foi um dos piores em campo pelo lado tricolor. Arboleda e Bobadilla também se destacaram negativamente, enquanto Pablo Maia e Ryan Francisco foram os poucos que se salvaram na derrota.
Carlos Coronel teve uma ingrata missão pela frente. Rafael foi cortado do jogo de última hora após sentir dores na região lombar da coluna, e Coronel assumiu a titularidade no clássico. Foi possível ver o nervosismo do arqueiro em alguns lances ao longo da partida, com muita insegurança para sair jogando com a bola nos pés. Nos dois gols do Santos, porém,
O Santos não precisou dominar o São Paulo para sair do Morumbis com a quinta vitória consecutiva no Campeonato Brasileiro. No triunfo por 2 a 1, de virada, nesta sexta-feira, o Peixe encontrou dificuldades para controlar o adversário, principalmente sem a bola, mas compensou com eficiência ofensiva, poder de reação e qualidade nos momentos decisivos. Gabigol transformou as oportunidades em gols, Coutinho mudou o funcionamento da equipe em sua estreia e Diógenes sustentou a vantagem quando o Tricolor pressionou.
O resultado levou o Santos aos 41 pontos e reforçou a arrancada de uma equipe que começa a olhar para a parte de cima da tabela. A atuação, porém, também deixou alertas para Cuca.
Santos sofre com pressão e depende de Diógenes
O início da partida expôs uma das principais dificuldade
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A influente igreja evangélica que apoiou Jair, mas rejeita Flávio Bolsonaro
“Pastor da nossa igreja em Alagoas, vem cá”, disse o bispo Samuel Ferreira ao microfone, levantando-se da cadeira entre Ciro Nogueira (PP-PI) e Arthur Lira (PP-AL), na mesa comprida que tomava o palco da Catedral Fama, em Goiânia, de ponta a ponta.
Era maio de 2022. Ciro Nogueira era ministro-chefe da Casa Civil do governo de Jair Bolsonaro (PL) e Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara dos Deputados.
“O senhor não me pediu, e nem precisa”, o bispo prosseguiu, referindo-se a Lira, que se levantava da cadeira, enquanto o pastor Jaques Balbino (o “pastor da nossa igreja em Alagoas”) caminhava em sua
Fontes
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