Fabinho Soldado: Como Blindou o Inter Após o Vice do Campeonato Gaúcho

Fabinho Soldado: Como Blindou o Inter Após o Vice do Campeonato Gaúcho
Directo executivo de futebol do Internacional há três meses, Fabinho Soldado teve que blindar o elenco em meio à pressão após a derrota para o Grêmio no Beira-Rio. Em entrevista ao Fala A Fonte, o dirigente detalhou as estratégias adotadas para controlar a crise no Colorado.
Contexto
O Internacional, tradicionalmente conhecido por sua torcida apaixonada e rivalidades acirradas, enfrentou uma pressão significativa após o vice-campeonato do Campeonato Gaúcho para o Grêmio em 2023. A derrota no Beira-Rio, casa do Colorado, levantou dúvidas sobre a capacidade do elenco e da gestão do clube.
Fabinho Soldado, novo diretor executivo de futebol, precisou se movimentar para manter a confiança dos jogadores e evitar uma escalada de crise. Em entrevista, ele detalhou como agiu internamente para controlar o ambiente.
Repercussão
A pressão sobre o Internacional após a derrota foi intensa. Fabinho Soldado precisou adotar uma série de medidas para manter a confiança do elenco e evitar que as críticas externas se transformassem em um desastre interno.
Em sua avaliação, o blindamento não é apenas uma tarefa individual: “Não existe fórmula. A forma que eu entendo é que sou um profissional que precisa olhar em todas as áreas. Me preocupo com gramado, máquina nova, manutenção e também com parte técnica”, afirmou.
O dirigente ressaltou a importância de ouvir os diferentes setores do clube: “A forma que administro é olhar por todas as áreas, precisamos ouvir e sentir as dores do departamento, ser próximo para que as coisas sejam resolvidas. Isso se estende para os atletas”.
O que vem agora
Ao final da entrevista, Fabinho Soldado deixou claro o caminho a seguir: “Às vezes temos de chamar os capitães e passar o que está acontecendo. Uma conversa olho no olho gera confiança e conseguimos manter o ambiente saudável”.
Ele também destacou a importância do trabalho conjunto com outros profissionais: “Não é só trabalho meu. Tem o Abel, Pezzolano também tem olhar e trabalha com estrutura. Problemas são inerentes ao futebol”.
Fontes
Fontes
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