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Futebol brasileiro enfrenta desafio de romper o ciclo de violência contra as mulheres

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Ao fim de uma partida, as arquibancadas se esvaziam, mas um grupo de torcedoras não sai do lugar. “Hoje, ficar no estádio é mais seguro do que em casa”, dizem mensagens projetadas na Arena Fonte Nova, estádio do Bahia.
A ação foi promovida pelo clube, suas torcedoras e a ONU, em resposta a um relatório que registrou um aumento das denúncias de violência contra a mulher nos dias de jogos.
Tanto as ameaças quanto as lesões corporais, que acontecem sobretudo em casa, aumentam mais de 25%, segundo a ONG Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), que analisou dados entre 2023 e 2025 em grandes cidades do país. O número sobe para 44% entre mulheres de 15 a 29 anos.
Embora o futebol não cause a violência, a ONG destaca que este esporte pode intensificá-la quando ela já existe. Fatores como o c

Alunos universitários e de ensino médio protestam na França. — Foto: Abdul Saboor/Reuters
Cerca de 30 universidades aderiram nesta quinta-feira (1º) ao movimento de bloqueio de escolas de ensino médio que se espalha pela França, ampliando uma mobilização iniciada há cerca de uma semana. Segundo a União Estudantil, campi estão bloqueados em Paris, Estrasburgo, Marselha, Lyon, Reims, Poitiers e Nanterre, entre outras cidades. O sindicato classificou a adesão como “histórica”. Os acessos estão impedidos, mas as universidades podem manter as aulas à distância.
Os estudantes do ensino médio reivindicam principalmente a substituição de professores ausentes e mais recursos para a educação. A adesão dos universitários é apresentada pelos sindicatos estudantis como o “ato dois” da mobilização, que

BrasÃlia O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deverá patrocinar uma mudança nas regras da renegociação de dÃvidas rurais para tentar destravar o acesso de produtores à s linhas de crédito.
A MP (medida provisória) que instituiu o programa foi negociada pela bancada do agronegócio com o governo e publicada em julho. Os primeiros pedidos de renegociação só começaram em agosto, depois da publicação de uma portaria do Ministério da Fazenda e de resolução do CMN (Conselho Monetário Nacional) com as regras para as operações.
Nesse pouco mais de um mês, o diagnóstico do setor e de instituições financeiras é de que o dinheiro não está fluindo, o que vai prejudicar as contratações de crédito para financiar a safra 2026/2027.
Entre as mudanças previstas está a

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