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Julgamento sobre morte de Maradona tem troca de acusações entre réus

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O julgamento que apura possíveis responsabilidades pela morte de Diego Maradona ganhou um novo capítulo nesta terça-feira, com os réus tentando se desvincular de eventuais falhas no atendimento médico prestado ao ex-jogador e atribuindo responsabilidades uns aos outros.
Desde abril, o tribunal de San Isidro, na região metropolitana de Buenos Aires, analisa as circunstâncias da internação domiciliar de Maradona. O ídolo argentino se recuperava de uma cirurgia para tratar um hematoma subdural quando morreu, aos 60 anos, em novembro de 2020, em consequência de uma parada cardiorrespiratória associada a um edema pulmonar.
Acusações
“Sou acusada por omissões sobre as quais nunca recebi qualquer solicitação. Como posso ter omitido algo que não me pediram?”, argumentou.
Uma das acusadas, a coorde

São Paulo A Justiça de São Paulo negou nesta terça-feira (29) o bloqueio de R$ 145,5 milhões da Foggo Entertainment, operadora da casa de apostas Blaze, em processo movido pelo advogado Willer Tomaz, amigo de Flávio Bolsonaro (PL) e investigado pela fraude no INSS. O valor corresponde à s perdas lÃquidas do advogado na plataforma desde janeiro de 2025, além da indenização por danos morais que ele pede.
Tomaz pediu o arresto (bloqueio judicial de bens para garantir o pagamento de uma futura condenação) na madrugada de sábado (26), horas após o presidente Lula assinar medida provisória que proÃbe a operação das bets no paÃs.
Segundo documentação da Blaze anexada ao processo, Tomaz realizou 53.310 apostas que somaram R$ 6,6 bilhões em pouco mais de 18 meses. Entre janeiro d

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