OPINIÃO: Escocês, iraquiano, ‘maior que Messi e CR7’… Perdoe quem não ama o futebol de seleções

Você não precisa ser escocês para entender o que significou o esperançoso chute de Kieran Tierney nos acréscimos para devolver a Escócia a uma Copa do Mundo depois de 28 anos, quando parecia que a mesma tinha deixado a vaga escapar mesmo com um homem a mais.
Não precisa ser haitiano para se emocionar com o feito de um país que nem pode ver de perto a classificação de seus heróis, porque o cenário de caos social provocado pelas guerras de gangues não garante a segurança para se jogar em casa.
Não precisa ser iraquiano para imaginar o que se passou pela cabeça de Amir Al-Ammari ao cobrar um pênalti no último lance do jogo contra os Emirados Árabes Unidos diante de 60 mil pessoas em Basra.
Não precisa nem saber da existência de Curaçao para entender o que é a classificação de um país de 160 m
Fontes
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