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OPINIÃO: Felipão não ‘afinou’ para Romário. Que Ancelotti faça o mesmo com Neymar

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“Ganhando ou perdendo, a escolha seria minha. Prefiro passar por bode expiatório e resolver com a minha cabeça a resolver com a dos outros e ser crucificado da mesma maneira. Não ganhou, está morto igual”.
Foi assim que Luiz Felipe Scolari respondeu a uma pergunta se temia ser culpado caso a seleção brasileira perdesse a Copa do Mundo de 2002 depois da sua decisão de não convocar Romário.
Não era uma decisão fácil.
O “Baixinho” simplesmente arrebentava nesta época.
Entre 2000 e 2002, Romário marcou 162 gols e não chegou a ter nenhum problema grave de lesão.
A pressão popular era imensa. Segundo pesquisa do Datafolha, publicada em fevereiro de 2002, 61,1% dos brasileiros queriam sua convocação.
Mas Felipão pouco se importou. Seguiu “sua cabeça” e não convocou Romário.
O resto é história. Se

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