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Pelé histórico, trauma de Ronaldo, aula de Zidane: o passado de Brasil x França antes do duelo desta quinta

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O amistoso desta quinta-feira (26), às 17h (de Brasília), entre Brasil e França, marcado para Boston, nos Estados Unidos, recoloca frente a frente duas pesadas camisas do universo de seleções e que possuem um imenso e marcante passado.
Ao longo da história, brasileiros e franceses se enfrentaram em 18 oportunidades, uma relação iniciada em 1930, em um amistoso disputado nas Laranjeiras, casa do Fluminense no Rio de Janeiro, e que vai até 2015, ano do último confronto, em Paris.
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O ESPN.com.br separou abaixo jogos marcantes e outros esquecidos entre as duas seleções, que, especialmente na história das Copas do Mundo, causaram alegrias e tristezas em alguns dos grandes nomes do esporte.
Prazer, Pelé!
Logo o segundo jogo entre Brasil e França foi

O palco do amistoso entre Brasil e França nesta quinta-feira (26), às 17h (de Brasília), é repleto de curiosidades que vão desde as intermináveis vagas de estacionamento até a estátua de uma lenda dos Estados Unidos e um pequeno elo com um dos maiores clubes do país pentacampeão do mundo.
Inaugurado em 2002, o Gillette Stadium fica localizado exatamente na cidade de Foxborough, a 44km de Boston, capital e maior cidade do estado de Massachusetts. Custou o equivalente a US$ 428 milhões, valor integralmente pago pelo empresário Robert Kraft, que há 32 anos é dono do New England Patriots, franquia multicampeã da NFL.
Na casa dos Patriots, nem é preciso saber qual nome tem imenso destaque. Tom Brady, para muitos o maior quarterback da história do esporte, ganhou uma estátua em frente ao Gillett

Vai, Brasa. É assim que CBF e Nike querem reconstruir a intimidade entre seleção e população. Apelido é sinal de intimidade, de amor, de afeto. A ideia de criar um apelido talvez indique que pela primeira vez em muitos anos a CBF está pensando em como se reaproximar da torcida que parece tê-la abandonado. Pesquisas indicam, aliás, que foi isso mesmo o que aconteceu. Então, antes de mais nada, seria preciso elogiar a coragem dessa administração de fazer o diagnóstico, respeitar o resultado e buscar um caminho para a cura.
Estive recentemente em dois dias de imersão para a imprensa na Granja Comary (falarei mais oportunamente), escutei muitas palestras dadas por executivos e executivas da CBF, troquei uma rápida ideia com Samir Xaud e saí de lá com a certeza de que essa gestão foi atrás dos

‘Love Story’ e a comédia romântica que a internet matou
Na semana passada eu me rendi ao hype e comecei a assistir à série “Love Story”, no Disney+.
Enquanto prestava atenção na trama, que conta o início e o fim do romance trágico entre John Kennedy Jr. e Carolyn Bessette, um pensamento me ocorreu: se essa história acontecesse hoje, John John seria cancelado rapidinho.
E ela provavelmente renderia um podcast sobre o relacionamento abusivo.
“Love Story” tornou-se um fenômeno pop em poucas semanas: é a produção de maior sucesso do Disney+ (com a Hulu), com absurdos 25 milhões de horas assistidas apenas nos primeiros cinco episódios.
O número impressiona, mas não surpreende.
Porque o que a série vende não é só uma história de amor. É nostalgia.
Nostalgia de um mundo que não existe mais: o off

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