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A guerra no Oriente Médio e o futuro do regime iraniano – O Assunto #1671

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Pelo terceiro dia seguido, Estados Unidos e Israel atacam alvos diversos no Irã – e anunciam que mais tropas e mais caças estão a postos para entrar em ação. A retaliação iraniana também segue seu curso: mísseis e drones atingiram o território israelense e a infraestrutura de países que têm bases militares americanas, como a Arábia Saudita. No Líbano, o grupo extremista Hezbollah, aliado do regime iraniano, abriu um novo front de guerra. E o mapa do Oriente Médio tem cada vez mais alvos de todos os lados.
No governo dos Estados Unidos, o secretário da Guerra fala em objetivos de curto prazo, mas Donald Trump já projeta pelo menos cinco semanas de ofensiva e diz que levará “o tempo que for necessário”. Já em Teerã, o regime dos aiatolás ainda lamenta da morte de seu líder supremo, Ali Khame

Policiais fazem a guarda em frente ao Consulado Geral dos EUA, em Karachi — Foto: REUTERS/Akhtar Soomro
Fuzileiros navais dos EUA abriram fogo contra manifestantes durante a invasão do consulado de Karachi no fim de semana, disseram duas autoridades americanas nesta segunda-feira — um uso raro da força em um posto diplomático que pode aumentar drasticamente as tensões no país em meio a protestos generalizados pela morte do líder do Irã.
Dez pessoas morreram no domingo quando manifestantes romperam o muro externo do complexo após o assassinato do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, em ataques contra o Irã.
Citando informações iniciais, os dois oficiais americanos disseram que não estava claro se os disparos efetuados pelos fuzileiros navais atingiram ou mataram alguém. Eles tamb

O Roda Viva desta segunda-feira (2) entrevista o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado. Durante a edição, o político fala sobre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) como alvos de investigações da CPI.
No programa, a colunista da Folha de S. Paulo e da BandNews FM, Mônica Bergamo, questiona o motivo dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli estarem sendo investigados pela comissão, já que ela foi criada para apurar a “atuação e expansão de organizações criminosas no Brasil”.
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Em sua resposta, Vieira explica a relação entre a lavagem de dinheiro e o crime organizado. O senador contextualiza que a CPI começou a mirar os magistrado

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