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Argentina não tomará nenhuma medida contra o Brasil após rebaixamento de relações diplomáticas, diz chanceler

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A Argentina não tomará nenhuma medida em resposta à redução das relações diplomáticas com o Brasil, disse o ministro das Relações Exteriores, Pablo Quirno, nesta quarta-feira (5), durante uma coletiva de imprensa.
A declaração ocorre um dia depois que o chanceler criticou, nesta terça-feira (4), a decisão do governo brasileiro de reduzir o nível da representação diplomática entre os dois países.
O Itamaraty informou que manterá o embaixador brasileiro em Buenos Aires em solo brasileiro enquanto o presidente argentino, Javier Milei, mantiver ataques ao Brasil.
Em nota, o governo argentino afirmou que o Brasil age por “questões puramente ideológicas”.
– No comunicado, o governo de Milei informou que o Itamaraty pediu o retorno do embaixador argentino em Brasília, Daniel Raimondi, à Argentina

O presidente dos EUA, Donald Trump, aponta o dedo enquanto responde a perguntas da imprensa após assinar uma ordem executiva que estabelece a Comissão Presidencial para Cônjuges de Militares, que será presidida por Jennifer Rauchet, esposa do secretário de Defesa Pete Hegseth, no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, DC, EUA, em 3 de agosto de 2026 — Foto: REUTERS/Evelyn Hockstein
Sob a alegação de que o Brasil demora a conceder o agrément ao indicado para a embaixada dos EUA, Daniel Perez, o governo Trump revogou o visto da embaixadora brasileira em Washington, Maria Luiza Viotti, detonando mais uma carga de explosivos sobre a já deteriorada relação entre os dois países.
O tom inédito e radical da decisão se distancia do campo diplomático, mas este tem sido o método de operação do gov

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (5) mostra uma recuperação de Flávio Bolsonaro (PL) na disputa presidencial e uma perda de impulso na melhora da imagem do governo Lula, segundo análise do diretor do instituto, Felipe Nunes.
“O que explica essa recuperação? Minha leitura é que a direita se reorganiza e o eleitor anti-petista voltou a considerar Flávio. No 2º turno, Flávio sobe de 74% para 81% na direita não bolsonarista e de 91% para 95% entre bolsonaristas”, afirmou Nunes.
No primeiro turno, Lula (PT) oscilou de 40% para 39%, enquanto Flávio Bolsonaro passou de 28% para 30%. A diferença entre eles caiu de 12 para nove pontos percentuais.
No segundo turno, Lula tem 44%, e Flávio Bolsonaro, 39%. Na pesquisa anterior, eram 45% e 37%, respectivamente. A vantagem do presidente dimi

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