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Audiências sobre tarifaço: governo decide enviar observadores e mantém aposta em negociações diretas

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O governo brasileiro decidiu não se inscrever para discursar nas audiências públicas que acontecem a partir desta segunda-feira (6) nos Estados Unidos sobre o tarifaço proposto pelo governo de Donald Trump contra produtos brasileiros vendidos no mercado americano.
Mesmo assim, a embaixada em Washington enviará representantes, na condição de observadores, para que o governo tome ciência dos argumentos.
As informações são do Ministério das Relações Exteriores. O entendimento do governo brasileiro é que este espaço, das audiências públicas, não é o adequado para negociação real, e sim, as conversas técnicas e de alto nível que têm havido nas últimas semanas e que estão programadas para os próximos dias.
O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-cadidato à Presidência, e o influenciador político Pa

Aliados do pré-candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, defendem que ele não repita o tom político da carta enviada aos Estados Unidos nas audiências públicas sobre o tarifaço neste início de semana em Washington.
Segundo eles, o senador precisa evitar escorregões e fazer uma defesa do país, e não do seu campo político.
Interlocutores do senador do PL alertam que fazer um debate meramente político nas audiências públicas vai agradar os bolsonaristas, mas pode gerar críticas no eleitorado independente.
E é esse segmento político que o pré-candidato precisa atrair para ganhar as eleições. Seu eleitorado cativo não elege Flávio Bolsonaro presidente da República.
Senador está nos EUA
Flávio Bolsonaro chegou no fim de semana aos Estados Unidos para as audiências públicas agendadas pelo

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