Notícia

Brasil abandona plenário da ONU antes de discurso de Benjamin Netanyahu na Assembleia Geral

Por Publicado Atualizado

A Missão do Brasil na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) abandonou nesta quinta-feira (24) o plenário da assembleia após o anúncio de que o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, discursaria. Comitivas de diversos países também deixaram o local.
Os diplomatas brasileiros repetiram o ato de anos anteriores, também antes do discurso de Netanyahu.
O Itamaraty ainda não havia se pronunciado sobre o ato até a última atualização desta reportagem. No ano passado e no retrasado, fontes da diplomacia disseram ao g1 ter agido por orientação do Itamaraty, em retaliação aos bombardeios de Israel na Faixa de Gaza, iniciados em outubro de 2023 como reação ao ataque do Hamas em território israelense.
Netanyahu entrou no plenário da ONU sob vaias e aplausos — capitaneados pe

O premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, discursa na Assembleia Geral da ONU em 2026 — Foto: Wesley Bischoff/g1
Comitivas de diversos países que estavam presentes na Assembleia Geral da ONU deixaram o plenário antes do discurso do premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, em protesto nesta quinta-feira (24).
Antes de iniciar sua fala, Netanyahu chamou aqueles que estavam deixando suas posições de “covardes morais”. Foi possível ouvir vaias e gritos de “Palestina Livre” no local enquanto o premiê israelense já estava no púlpito.
A saída do plenário é uma forma comum de protesto em reuniões multilaterais na ONU. Em 2024, no auge da campanha de Israel contra Gaza, iniciada após os ataques terroristas do Hamas de 2023, delegações também se retiraram em protesto.
Esta reportagem está em atualização.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu — Foto: REUTERS/Ronen Zvulun/Pool
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, começou nesta quinta-feira (24) seu discurso na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York.
O discurso ocorre em meio ao crescente isolamento diplomático de Netanyahu. Reino Unido e França, antigos aliados de Israel, adotaram medidas contra produtos provenientes de assentamentos israelenses na Cisjordânia, enquanto o presidente francês, Emmanuel Macron, defendeu o reconhecimento do Estado palestino em seu discurso na ONU, na última segunda-feira (21).
Na ONU, Netanyahu também deve abordar o Irã, com quem Israel está em conflito, além de críticas à própria organização. O primeiro-ministro ainda enfrenta oposição dentro de Israel,

Fontes

Fontes:
  • —

Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.

Encontrou algo a corrigir? Avise a redação.