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Coincidência de nomes chama atenção em eleição na França: Hittler e Zielinski disputam prefeitura

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Imagem ilustrativa mostra o momento do voto, com o envelope de papel, nas urnas francesas, nas eleições municipais de 2026 — Foto: Thibaud Moritz/AFP
Em uma eleição municipal no interior da França, dois candidatos chamam atenção por nomes que lembram figuras conhecidas da política internacional. Charles Hittler evoca o ditador nazista Adolf Hitler (1889–1945), enquanto Antoine Renault-Zielinski remete ao presidente ucraniano Volodymyr Zelensky.
A disputa ocorre em Arcis-sur-Aube, cidade de menos de três mil habitantes, e ganhou repercussão internacional pela coincidência. Apesar disso, a campanha é centrada em temas locais, como segurança, serviços públicos e turismo rural.
Apesar da coincidência, a disputa não envolve ideologias extremas. Como em muitas pequenas cidades francesas, os cand

A guerra no Irã vêm sendo vista por analistas como um sinal de que o presidente dos EUA, Donald Trump, não está disposto a abandonar o intervencionismo. A morte do aiatolá Ali Khamenei, precedida pela captura do ditador Nicolás Maduro, acendeu o alerta sobre até onde pode ir esse movimento, e se o interesse americano poderia se estender também à Coreia do Norte de Kim Jong-un.
Embora haja paralelos entre Irã e Coreia do Norte, ambos isolados e fortemente sancionados pelo Ocidente, uma diferença na relação dos dois países com os EUA é crucial: Pyongyang tem armas nucleares. Impedir o desenvolvimento de artefatos do tipo foi justamente a justificativa da Casa Branca para bombardear o Irã.
Mas isso é o suficiente para que Kim Jong-un se mantenha a salvo da pressão americana? Para Jeongmin Kim

Em meio a uma severa alta dos preços do petróleo por conta da guerra no Oriente Médio, o governo corre contra o tempo para evitar um problema em ano de eleição: um repique da inflação.
O preço médio do litro do diesel nos postos de combustíveis do país subiu mais de 11% em uma semana, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Passou de R$ 6,08 para R$ 6,80.
Em questão de semanas, os ataques de EUA e Israel ao Irã espalharam um intenso conflito por toda a região. Um dos principais trunfos do Irã é o controle do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.
Os iranianos alegam que, por conta dos ataques, o estreito foi fechado. Com o fluxo de comércio na região reduzido a menos da metade do habitual, o barril de petróleo saltou de cerc

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