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Comissão Europeia diz que não há evidências de ligação entre uso de paracetamol na gravidez e autismo

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O Tylenol está disponível na farmácia de alguns países desde a década de 1950 — Foto: Getty Images
A Comissão Europeia afirmou nesta terça-feira (23) que não existem evidências científicas que relacionem o uso de paracetamol durante a gravidez ao risco de autismo.
Segundo porta-voz do bloco, a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) não identificou dados que sustentem a hipótese levantada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao associar o Tylenol (nome comercial do paracetamol nos EUA) à condição.
“Até o momento, não há evidência que justifique mudanças nas recomendações atuais da União Europeia para o uso do paracetamol”, disse o porta-voz.
O que disse Trump
O presidente americano afirmou nesta semana que o uso de paracetamol por gestantes poderia estar por trás do aumento nos

O Tylenol está disponível na farmácia de alguns países desde a década de 1950 — Foto: Getty Images
A imprensa americana noticiou que o governo dos Estados Unidos deve fazer um anúncio nesta segunda-feira (22/9) no qual afirmará que existe uma relação entre o uso de paracetamol em mulheres grávidas e autismo em crianças — contrariando diretrizes médicas vigentes.
Na sexta-feira (19/9), o presidente americano, Donald Trump, havia dito que tinha um anúncio “incrível” para fazer sobre autismo, dizendo a repórteres: “O autismo está totalmente fora de controle… Acho que talvez tenhamos um motivo para isso.”
Alguns estudos mostraram que existe uma pequena ligação entre mulheres grávidas que tomam paracetamol — que nos EUA é vendido com o nome Tylenol — e o autismo, mas essas pesquisas não são c

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