Notícia

Como agem as quadrilhas especializadas no furto de celulares em shows e festivais como o Lollapalooza

Por Publicado Atualizado

Como agem as quadrilhas especializadas no furto de celulares em shows e festivais como o Lollapalooza
Tudo o que se tem são 15 minutos — e dezenas de milhares de pessoas no meio do caminho.
É um desafio para quem tenta cruzar o Autódromo de Interlagos ao fim de um show e alcançar outro palco, às vezes a mais de cem de metros de distância, antes do início da próxima apresentação.
O empurra-empurra é inevitável, e as mãos nada podem fazer senão se entrelaçar às dos amigos, na tentativa de não perdê-los de vista — quem se solta desaparece, já que o sinal de telefone costuma falhar.
Quando chove — o que é frequente nesta época do ano —, tudo vira lama, e é preciso ainda calcular cada passo para se manter de pé.
Grandes festivais de música em São Paulo, como o The Town e o Lollapalooza — que te

Vida além da morte: parece Black Mirror mas já é real
Depois do mergulho no SXSW (confira na coluna da semana passada), prometi pra mim mesma não repetir, pelo menos por um tempo, o quanto a inteligência artificial está mudando nossas vidas. Mas aí apareceu essa história: um tanto de matérias falando sobre como ela está mudando nossa morte.
A pauta que já foi tema de episódio de Black Mirror é cada vez mais real: com os avanços da tecnologia de IA generativa, o “além” virou mercado multibilionário. E tem até nome bonito: “mercado de legado digital”.
Antigamente, criar um vídeo ou uma voz realista de alguém exigia computadores de Hollywood e meses de trabalho. Hoje, a IA ficou barata, rápida e assustadoramente realista. Somado ao enorme volume de rastros digitais que passamos a deixar ao lo

Fontes

Fontes:

Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.

Encontrou algo a corrigir? Avise a redação.