Como o Talebã governa o Afeganistão e impede até divórcio de mulher que acusa marido de agressão

O governador Abdullah Sarhadi entrega dinheiro para ajudar no tratamento de um menino que quebrou o braço e também destina recursos a uma mesquita local.
Depois, em seu gabinete no norte do Afeganistão, uma conversa inesperada se desenrola.
Uma jovem mulher diz ao ex-comandante do Talebã, de barba grisalha, que quer se separar do marido, a quem acusa de agredi-la e espancá-la durante meses.
Ela não aceita que o pedido seja recusado.
Em um país onde meninas são proibidas de frequentar o ensino médio, a jovem de 18 anos defende sua decisão com calma e segurança, com o rosto completamente coberto por um véu e óculos escuros.
“Se houvesse alguma possibilidade de continuarmos juntos, eu não estaria aqui. Eu tomei minha decisão”, afirma a mulher.
Depois de tentar convencê-la a não se divorciar,
O Discord recorreu da decisão da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) que determinou a suspensão das transmissões ao vivo e de outras ferramentas de compartilhamento de vídeo da plataforma no Brasil. O recurso foi apresentado hoje, e está sendo analisado pela agência.
“A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) informa que está analisando o recurso apresentado pela plataforma Discord nesta segunda-feira (24)”, informou o órgão. O Estadão procurou o Discord, mas não obteve retorno até a publicação. O espaço segue aberto.
A determinação da ANPD foi adotada na semana passada e condiciona a retomada das ferramentas à comprovação de medidas para proteger crianças e adolescentes no ambiente digital.
O Discord já havia anunciado, no dia 17 de agosto, a suspensão dos recursos de compar
Fontes
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