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Estreia da Keeta no Brasil tem queixas, protesto e investigação policial

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A estreia do aplicativo de delivery Keeta no Brasil foi turbulenta. Com pouco mais de uma semana de operação-piloto em Santos e São Vicente, no litoral paulista, o serviço – controlado pela gigante chinesa Meituan – tem enfrentado reclamações de entregadores, protestos e uma investigação policial por suposta espionagem industrial.
A empresa chegou ao país prometendo investir R$ 5,6 bilhões e desafiar o domínio do iFood, que concentra mais de 80% do mercado de entregas. Mas os primeiros dias foram marcados por denúncias de pagamentos baixos, polêmicas sobre bloqueios de entregadores e críticas ao modelo de terceirização usado para organizar as corridas.
Queixas e bloqueios marcam estreia da Keeta no Brasil
A operação-piloto da Keeta em Santos e São Vicente mal começou e já motivou protestos

Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, aplaude soldados das Forças Especiais durante cerimônia em Caracas, na Venezuela, em 28 de agosto de 2025. — Foto: Presidência da Venezuela via Reuters
O regime Maduro está preparando uma resistência no estilo de guerrilha e “caos” nas ruas da Venezuela em caso de um ataque aéreo ou terrestre dos Estados Unidos, revelou nesta terça-feira (11) a agência de notícias Reuters com base em documentos do governo venezuelano a que teve acesso.
Segundo a Reuters, os planos do regime Maduro incluem a mobilização de armamentos de seu defasado arsenal militar de forma estratégica pelo país, incluindo equipamentos russos com décadas de uso. As unidades do Exército venezuelano foram instruídas a se dispersar e se esconder em caso de ataque, afirmaram fontes da ag

Milhares de pessoas percorrem a Rua 46, em Nova York, durante o festival de rua Brazil Day, em 5 de setembro de 1999 — Foto: Bernie Nunez/Getty Images
O lugar ganhou o apelido — e mais tarde, o nome oficial, com uma placa instalada pela prefeitura, — de Little Brazil (Pequeno Brasil, em português).
A história da 46th Street começou como um caldeirão econômico e cultural. Entre lojas de eletrônicos, joalherias, lojas de discos, restaurantes servindo feijoada e caipirinhas, e até uma agência do Banco do Brasil localizada por perto, o entorno funcionava como uma vitrine da cultura brasileira e como um ponto de encontro para turistas e imigrantes.
Mas hoje já não é tão comum ouvir português brasileiro nas ruas e sentir o cheiro de pão de queijo ou coxinha saindo das cozinhas.
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A presença da seleção da Argentina, campeã do mundo, para um amistoso com Angola na próxima sexta-feira (14) promete ser a apoteose de um calendário repleto de celebrações dos 50 anos da independência do paÃs africano.
No poder 100% do tempo desde a separação de Portugal, ocorrida em 11 de novembro de 1975, o partido MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola), que há muito abandonou suas raÃzes marxistas em nome de um capitalismo de compadrio, aposta alto no sentimento patriótico para resgatar algo de sua popularidade, sobretudo entre os mais jovens.
Nem as crÃticas ao custo exorbitante para receber a equipe de Lionel Messi, que chegaria ao equivalente a R$ 76 milhões, demovem o governo de exaltar a unidade nacional e celebrar mais de duas décadas de paz.
Estão prog

O estande da Nestlé Brasil na COP30, localizado na AgriZone, funciona como uma área de exposição sobre os benefÃcios da agricultura regenerativa, prática que reduz o uso de insumos sintéticos e busca devolver a biodiversidade ao solo. O CEO Marcelo Melchior fala com entusiasmo sobre as amostras de terras que estão em exibição para exemplificar a diferença em relação ao cultivo tradicional.
“As pessoas podem ver como é impressionante a diferença de um solo regenerativo em relação ao convencional âé outro visual, são outras cores. Você percebe a biodiversidade e o efeito para a planta”, diz Melchior à Folha na primeira de uma série de entrevistas com CEOs que participam da COP30, em Belém.
Oficialmente, a companhia suÃça incentiva fornecedores a adotarem essa forma de c

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